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quarta-feira, 8 de maio de 2013

"Sai, doida!"

Pedro está cada dia mais engraçado e com tiradas incríveis. Outro dia estava brincando de fazer cosquinha nele, coisa que o pequeno adora, e de repente ele falou "sai baluca". Comecei a rir e, claro, ele viu que fez sucesso e a brincadeira se repetiu tanto que no final ele estava até conseguindo pronunciar corretamente a palavra 'maluca'.

E não parou por aí: já que o maluca saiu direitinho ele resolveu trocar para "sai, doida!". Não consegui parar de rir durante e depois da brincadeira. 

Voltando do shopping no sábado, também brincamos de cosquinha só que o resultado foi um discurso para lá de eloquente!

Melhor que isso, só o novo modo de acordar a mamãe todas as manhãs: com um bom dia lindo e muitos beijinhos. E ontem ele quase me causou um torcicolo pois resolveu que o beijo tinha que ser no pescoço para eu sentir cosquinha como faço com ele.

Tá demais esta delícia de filho :-)



terça-feira, 7 de maio de 2013

Shopping Center

Sábado à tarde mamãe estava querendo fazer umas comprinhas e então a família foi toda para o shopping. Pedro ficou muito feliz de sair de casa mas quando chegamos em nosso destino, a primeira coisa que escutamos foi: 'não, mamãe, rua!".

Ele não identificou aquele local que só atrai mulheres como um programa bacana. Insisti mais um pouquinho e então ele topou, "vamos passeá". 

Logo que parei na porta da minha loja favorita foi a cena mais engraçada do mundo. As vendedoras se posicionaram para me receber e o Pedro gritou já me puxando pela mão "não pode mamãe, vem". Gargalhada geral, afinal papai treinou direitinho o filho. 

Só que em se tratando de compras, mamãe mostrou-se irredutível e Pedro foi para a livraria com o papai, onde estava rolando um musical que o pequeno adorou. Foi a maior farra!

E esta farra continuou na loja de brinquedos. Pedro encontrou um carro do tamanho dele e tivemos uma segunda cena hilária. O pequeno estava dirigindo na vitrine quando um outro menino maior chegou e pediu para brincar um pouquinho. Pedro cedeu a vez mas assim que saiu do carro, gritou “é meu!”. Não filho, não é seu, nem do amigo. É da loja e vai demorar até vc ganhar um destes, tipo uns 16 anos!

Na livraria, se preparando para os esportes radicais

Alpinismo

Salto ornamental

"É meu!"

Parada para um lanchinho pois ninguém é de ferro

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Supermercado

Fazer compras com o Pedro é o seguinte: mamãe faz as compras e papai corre atrás do pequeno que vai de um corredor a outro, entra e sai do mercado sem parar.
Neste domingo, para a nossa surpresa, o mercado que frequentamos havia providenciado um carrinho mini, do tamanho do Pedro, que participou ativamente do momento e foi,  além de bem divertido, um sossego só!
Adorei meu novo ajudante. Se eu treinar direitinho, já já terei alguém para me substituir nesta tarefa.











sábado, 4 de maio de 2013

É tio ou é dindo?

Algumas pessoas já vieram me perguntar se o Rê também era dindo do Pedro, pois em alguns posts eu me referi a ele como dindo Rê.

Sim, Rê é dindo. Dindo de natureza, batizado em águas do mar ou da cachoeira. Temos esta tradição na família. E é uma tradição deliciosa pois nos permite ter mais uma madrinha ou padrinho! Normalmente acontece em uma idade mais avançada pois quem escolhe é o apadrinhado, mas no caso do Pedro já pode acontecer pois ele nitidamente já fez sua escolha, afinal a primeira palavra que o Pedro disse depois de papai e mamãe foi "titio". E não era um titio aleatório, era um titio direcionado.

Então, embora seja dindo, chamar de tio tem grande valor e significado neste caso. Ele não é simplesmente titio é O titio Rê (também conhecido como Papai Noel Renato).

Mas nada é por acaso. Este posto foi suado! Foi preciso dançar muito "ele é tão legal", ficar horas sem camisa no ar condicionado e com nariz entupindo, se atrasar para aniversários para dar de mamar, ficar completamente coberto, incluindo gorro, luvas e bota em pleno mês de dezembro, entre outras milhares de coisinhas...

Mas ninguém precisa ficar enciumado. DNA é coisa séria e estou certa de que o coração do Pedro é igual ao da mãe e tipo a nova propaganda "no meu coração sempre cabe mais um milhão de pessoas".


vestindo a camisa do tio/dindo Rê

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Vitor tá na área

Estávamos todos ansiosos pela chegada do Vitor. Os tios e avós para dar muito beijinho e encher de carinho e os primos para ter mais um companheiro de aventuras.

Por meses escutei "coitado do Vitor com estes dois". Não estou certa disto. Acho que muito malandramente Vitor passou estes nove meses estudando cada movimento de Pedro e Rafa, de Gabriel e Manu e vai colocar todos eles no chinelo.

Sim, eles certamente serão mentores na arte da bagunça, mas este "pupilo" vai rapidinho superar seus mestres. Sim, é verdade, talvez não a Manu. Pelo que fiquei sabendo na maternidade, Manu é insuperável. Mas ok, nada como um bom desafio, né Vitor?

Não vejo a hora de ver esta galera toda junta correndo de um lado para o outro, pulando de cabeça no sofá da vovó ou na cama da Didi ou na casa da tia Lili. E os eventos familiares ficarão cada vez mais intensamente divertidos.

Dona Fê e Sr. Renato: agora é a vez de vocês!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Dona Flavia, são três anos e nem mais um dia, ok?!









quinta-feira, 2 de maio de 2013

Remédio de nariz

Pedro sempre foi muito fácil para tomar remédio, exceto no meio da noite. Ter que dar qualquer coisa às três a manhã quando a febre está perto dos quarenta graus, beira o caos. E tylenol comum não é aconselhável. Ele toma na boa, tadinho, mas vomita um segundo depois.

Salvo estas situações, pode dar sem segurar ou brigar ou estressar. Ele toma sem qualquer reclamação.

Mas o que realmente me deixa impressionada é remédio de nariz. Pedro simplesmente adora rinossoro. Vai entender. E se rola um nariz entupido, ao acordar é certo "mamãe, bom dia, nariz".

Corro para pegar o rinossoro, colo em uma narina, ele faz careta, ri e aponto para a segunda narina "esse". E vamos à segunda esguichada. Mais caretas e muito mais sorrisos.

Esse menino é surpreendente.







sexta-feira, 26 de abril de 2013

Feriado sem igual

Sempre que vamos para este hotel, o Pedro pede pra sair no terceiro dia. Ele normalmente não aguenta mais que isso de tanta diversão, excitação e desorientação. O pequeno quer fazer tudo ao mesmo tempo, não para um minuto e dorme pouco no primeiro dia, pois não quer perder 1 segundo, claro.

Desta vez não foi diferente. E ele realmente aproveitou mais que nunca. Fez vários amiguinhos, alguns mais novos, outros da idade dele e uma menina mais velha superfofa que se encantou pelo Pedro e o levou em vários brinquedos, até na ponte do rio que cai! Além das atividades normais (praia, piscina, fazendinha, clubinho etc), andou de caiaque, de carrinho elétrico e até subiu em árvore. 

Estávamos andando pela praia quando ele viu vários “bacos” na areia. Correu, entrou em um deles e quando o pai perguntou “e agora Pedro, o que vamos fazer?”, ele respondeu “passeá”. Não teve jeito. Papai e Pedro em um caiaque e a mamãe no outro como apoio para qualquer emergência. Pedro deu o maior sorrisão quando o “baco” entrou na água, mas depois parecia não estar mais curtindo tanto. Então resolvemos voltar para a areia. E quando saímos do caiaque ele chorou e falou “não! mais”. E papai e Pedro voltaram para o mar e o moleque novamente deu o maior sorrisão e depois ficou tranquilão. Acho que ele devia estar pensando “Caramba, gente, me deixa curtir o momento, parem de ficar perguntando se eu estou gostando. É claro que eu estou gostando, só estou tentando relaxar no meu barquinho”.

E com o carrinho elétrico já foi eletrizante. Só não sei quem estava gostando mais: o pai ou o filho. Era um tal de subir ladeira, descer ponte, passar em buraco e quebra-molas que quase quebraram as vovós que estavam atrás. Vovó Sonia sonhava com um Benzerol enquanto vovó Beth não abria nem o olho durante as manobras radicais. Papai e Pedro não parava de gargalhar e o moleque a pedir mais e mais. Foram trinta minutos de muita emoção!

E no último dia, quando eu sugeri de irmos para a praia, Pedro disse que não queria... “cao papai!”. Quis ir embora e depois de uma bela soneca durante a viagem chegou no Rio cheio de disposição querendo rua. Mas este passeio fica para outro post.


Coisa mais linda, gente :-)

Hi, bodchi!

Fortes emoções para todos nós...
 
Vai bater, mamãe!

Palmas para o moço do violão...


No carrinho elétrico

Brincando de gangorra com a Tontom,
sua amiga mais velha.

Limpando o pé de areia para entrar na piscina.