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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Amizades

Pedro adora criança de um modo geral. Já no aeroporto fez amizade com dois irmãos, um da idade dele - David - e outro mais velho - Daniel de 4 anos. Correram muito na sala de embarque, gritavam cada vez que um avião decolava ou pousava. Imagina?

O Daniel deu a maior atenção para o Pedro. Acho que é coisa de criança mais velha. Fingiu que dormia para o Pedro poder acordá-lo e, quando isso acontecia, ele se jogava no chão e o Pedro gargalhava daquele jeito gostoso. Uma farra só.

No hotel também brincou com muitas crianças, todos os dias. Em especial com a Sosso, uma menininha linda de 2 anos também e que, segundo a babá, era brava e não gostava de dividir. Mas acho que o Pedro a conquistou pois ela simplesmente dava todos os brinquedos para o ele. Um barato.

Mas bem engraçado foi no dia do projeto Tamar. Quando estávamos voltando para o hotel, Pedro viu uma bebê pulando em um palco de madeira no meio da rua. Claro que ele quis também. Só que, quando ele entrou, eu falei para ele não pular. Ai ele se aproximou da bebezinha e brigou com ela dizendo que ela não podia pular. A pequeninha fez beicinho e tudo!

Pedro conseguiu o que queria e os dois ficaram pulando feliz por algum tempo.

Como não tiramos fotos de crianças "alheias"
escolhamos fotos bacanas do pequeno para ilustrar este post.

Muito conquistador!

Chamego com a mamãe.

Diversão em alta.

Pedro impressionado que o chafariz estava desligado. Como pode?

Agora é a vez do papai!

Brincando de esconder.

Indo tomar café da manhã. Estávamos só
esperando o restaurante abrir às 7h!


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Projeto Tamar

Estávamos ansiosos em levar o Pedro no projeto Tamar. Então, logo do domingo, curtimos a sagrada praia nossa de todos os dias, demos almoço do pequeno, colocamos ele no carrinho e fomos para a vila.

Ele dormiu durante os três primeiros passos, conforme esperado, e papai e mamãe puderam almoçar no restaurante superindicado pela dinda Fê. Quando o Pedro acordou, corremos para ver as tartarugas.

“Uau, quantas!”; “Mamãe, bocão”; “Papai, uau, grande”.

E assim foram as manifestações de surpresa e diversão do nosso pequeno ser. Mas confesso que o que mais impressionou o Pedro não foram as tartarugas, mas o Mero gigante e o tubarão do aquário.

O tratador resolveu alimentar o Mero. O bocão que ele abriu e o barulho de sua mordida deixaram o Pedro num agito sem igual. Em seguida, entramos em um observatório e no tanque circulavam peixes, uma arraia e um pequeno tubarão. Cada vez que o tubarão passava perto do vidro Pedro gritava “grande!”.

E quando alguém falava que se tratava de um tubarão, Pedro ficava uma fúria e com a mão na cintura e cheio de gestos brigava “não é tubarão não, é peixe!”.

Fim da visita, o pequeno escolheu seus presentes na lojinha (seu maior entusiasmo foi por uma colher que estava dentro de um kit de bonecos de gesso) e voltamos para o hotel.



Aproveitando a soneca do Pedro no
"Sabor da Vila".Caipirinha de frutas tropicais.
 Uma das melhores que já tomei.

Preguicinha pós sono.

Na entrada do projeto Tamar, em frente a
tartaruga cabeçuda . Esse pai é muito mau!

"Uau, quantas!"

Pedro sem entender porque não podia entrar na piscina.

Curtindo as tartarugas.

Brincando no ovo de tartaruga.

O impressionante peixe (tubarão). Ficamos aí muito tempo!

Família feliz!



quarta-feira, 31 de julho de 2013

Segundo dia no paraíso

A Praia do Forte, como todos os pequenos lugarejos em que estivemos na Bahia, é um paraíso. Água muito calma, morna, cheia de peixinhos e uma paisagem mais selvagem, coisa difícil de achar hoje em dia em nosso estado. 

O Pedro ficou igual ‘pinto no lixo’. Imagina poder ficar soltinho na praia? Só precisávamos contê-lo perto dos corais, pois além da variedade de peixes, caranguejos de todos os tamanhos e até de uma linda e relativamente grande lesma marinha, tinham muitos ouriços. “Mamãe, papai, quantos!”- ele falava dos peixinhos. E todos os dias caminhávamos até os corais para ver os bichinhos.

É impressionante como o moleque gosta de ser “bicho criado solto”, como dizia o antigo motoboy do meu trabalho. Pedro corre normalmente como se estivesse em uma eterna maratona. Este hábito foi elevado à milésima potência na Praia do Forte. Consequentemente o moleque caiu ainda mais do que de costume.

A mamãe, mesmo sabendo que não é irresponsável, fica se questionando sobre tentar preservá-lo mais. Mas será que ele seria tão feliz?

No último dia, enquanto o Pedro corria sem parar, como se não houvesse amanhã, olhamos em volta e vimos dezenas de crianças sentadinhas dentro d´água brincando com suas pás e baldes e pensamos “será que este menino sofre de hiperatividade?”. E ainda escutamos de um pai que passava perto “quanta energia, ele não para, né?”.

As pernas da mamãe que o digam. Cinco dias correndo na areia renderam uma bela dor muscular. Tio André que vai gostar de saber que não ficamos só comendo e descansando.

A clássica musiquinha de autoria do querido tio Rê:
"Pedro Pedro Pedro, Pedro Pedro Pedro, Pedro é tão legal, au"

Jogando pão pros peixinhos.

Corridinha depois de roubar o chapéu da mamãe...

... e a alegria quando a mamãe tenta pegar o chapéu de volta.

Sou tão lindo!

Agora a farra é com o papai.

Praia cansa...

... mas por pouco tempo. Energia recuperada.

E tome de correr!

E correr...

E correr.

E correr.

"Pedro, sai de perto dos corais!"
Perninha mais distruidinha...



terça-feira, 30 de julho de 2013

Semana de folga

Durante esta semana de descanso que tiramos junto com o nosso pequeno, tivemos a certeza que de ele entrou em uma fase de desenvolvimento acelerado. Foram várias novidades por dia, muita evolução de vocabulário, atitude (ai ai) e crescimento/independência.

Ele quer fazer tudo sozinho: comer, vestir, passear (nada de mãos dadas) etc. Já conta uma história, um acontecimento. Aliás, está bem tagarela.

Mas acho que a gracinha eleita da viagem foi logo no primeiro dia, quando chegamos no hotel. Depois de curtir um pouquinho a praia, fomos p/ o quarto tomar banho e descemos para jantar. Ao passar por um restaurante cheio de luminárias fincadas em cachepôs, o pequeno solta a seguinte pérola com a boca mais cheia da face da terra: “Uau! Que lindo!”.

Eu e Duda nos olhamos para confirmar que ambos havíamos escutado a mesma coisa, totalmente incrédulos, pasmos e muito, muito felizes. Gargalhadas como sempre e muitos, muitos beijos agarrados no nosso Guiguinho.


Do avião para a praia!

Da praia para o quarto, tínhamos que passar pela
piscina e alguém quis dar uma paradinha...

Brincar muito dá uma fome! Na baby copa
sensacional que tinha no hotel.

Tem alguéns muito felizes aí?
Curtindo a varanda do nosso quarto.
 
"Papai, a lua tá no céu?"

O restaurante do "uau, que lindo!"





sexta-feira, 19 de julho de 2013

Dormindo em pé

Como quase toda criança, Pedro luta o que consegue contra o sono. E quanto maior o sono, maior a guerra. Aí mesmo que ele corre, pula, gargalha de tudo. Vale qualquer artifício para se manter acordado.

E o que fazemos é tentar baixar ao máximo esta euforia. Colocamos um filme, o que normalmente prende bem a atenção dele e o deixa relaxado a ponto de dali alguns minutos vir o pedido por ‘mamá’. 

Uma noite destas, quando ele percebeu que estava caindo na nossa armadilha, deu um pulo da cama, mas o estágio sonolento já estava tão avançado que Pedro não aguentou e “deitou em pé”.

Puxei-o para cima da cama novamente, dei o ‘mamá ‘e ele dormiu rapidinho, feito um anjinho.







quinta-feira, 18 de julho de 2013

Ilustrando o tema da comemoração de aniversário do papai "vamos todos usar o troninho novo do Pedro"

E ninguém escapou! Todo mundo teve que experimentar seguindo o mesmo ritual: senta, "usa", levanta, limpa o Pedro e o Pedro te limpa.





   




quarta-feira, 17 de julho de 2013

Fica? Vem?

Pedro anda bem dengoso. Sexta, quase acabou com a didi e o titio quando pediu para eles não irem embora lá de casa e, domingo, foi a vez da vovó Sonia retirar os sapatos e desistir de partir.

Mas domingo de manhã, Pedro excedeu o limite da gostosura e fez a didi chorar. Ele acordou e foi colocar a mesa do café da manhã do quarto dele. Chamou a mamãe para experimentar suas criações gastronômicas e depois de um tempo perguntou “e a Didi?”

- “Filho, Didi está na casa dela, dormindo.”

Ele não se conformou. Pegou seu telefone de brinquedo, discou uns vinte números e desandou a falar.

- “Didi, vem! Fez café da manhã. Olha isso! (e neste momento ele deu um pouco de café na xícara para o telefone, como se estivesse dando para a Didi experimentar e completou). Viu, a bagunça é aqui”.

Só dei um tempinho para contar para a Didi, pois aquela hora da manhã ela não ia achar nem um pouco engraçadinho...