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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Bruges

As pessoas que nos indicaram Bruges disseram que era uma cidade lindinha, mas não fazíamos idéia do quanto. É encantadora e possui uma das arquiteturas mais bonitas que já vimos, além de ser um lugar simpático e acolhedor. Gostaríamos de ter podido ficar mais tempo. 

A grande praça é um escândalo. Não cansávamos de admirar. Coisa de tirar o fôlego mesmo. Enfim, um lugar para se visitar com certeza. 

E foi legal para o Pedro também pois ele pode escolher programas como andar de barco e de charrete. Aliás, desde que vimos os primeiros cavalos na cidade que o pequeno falava a todo instante que queria passear de charrete. E não houve jeito. Tivemos que levá-lo. E a cada passeio, muito entusiasmo, sorrisos lindos e pais bem felizes. 

Até mesmo a visita a cervejaria foi bacana para o Pedro que adorou subir no telhado e descer tantas escadas. Quem morreu de nervoso foi a mamãe cada vez que apareciam aquelas escadas tão estreitas que só era possível descer de costas com o Pedro! E do telhado sem proteção praticamente nenhuma. Mas tirando os riscos até controláveis foi um ótimo programa. 

E para deixar o passeio completo para o Pedro, mamãe descobriu a loja infantil mais legal que já fomos. Se pudesse contratar um container tinha trazido a loja para o Brasil. Devo confessar que papai e mamãe ficaram ainda mais enlouquecidos que o pequeno. Com criança é fácil voltar a ser criança. 


Pedro animadíssimo com o upgrade que ganhamos no hotel. Nós colocaram num apê maior que o nosso do Brasil.

Deixamos as malas e fomos dar uma volta na cidade. Está é a grande praça.

Farra em Bruges

A temperatura caiu muito, mas Pedro não se conformou com a novidade do cachecol. 

Aqui já eram umas nove da noite e o frio piorando. Acabamos voltando pro hotel.

No dia seguinte, direto para o passeio de barco. 

Olha que cenário!

Agora só falta a armadura. 

Nós temos patos, eles têm cisnes.

Depois do barco, fomos pra fábrica de cerveja.

Quem adora fazer tintim?

Nossa ferinha bagunçando o bar da fábrica.

Mais dancinha da felicidade porque íamos andar de charrete.

Esta alegria não tem preço.

Os cavalos param para comer por cinco minutos a cada passeio.

Tchau Bruges!

terça-feira, 10 de junho de 2014

Waterloo

Para ver onde Napoleão perdeu a guerra, saímos de Bruxelas e fomos até a cidade de Waterloo. O roteiro incluía dois museus e uma visita ao campo de batalha em si, então sabíamos que seria necessário entreter nosso pequeno acompanhante. A visita à Veuve Clicquot foi muito instrutiva neste sentido: Pedro ficou entediado na primeira parte e só se animou quando começou a procurar dragões nas caves.

Então no primeiro museu (museu de Wellington, no antigo hotel onde o comandante das tropas aliadas passou a última noite antes da batalha) começamos a mostrar para o Pedro as espadas e armas que foram usadas para destruir o monstro chamado Napoleão.

Uma pequena distorção da história, mas afinal é assim que ela geralmente é contada mesmo, certo? Quem ganha a guerra é o herói e o derrotado é o grande vilão. Ou monstro. Enfim, isso nos deu um pouco mais de tranqüilidade para passear no primeiro museu.

Depois fomos para o campo de batalha procurar pela pedra do rei. A pedra do rei é uma pedra bem alta de onde Simba, o Rei Leão da Disney, governa as terras do rei. A nossa pedra do rei era o butte de leon, uma colina criada como um memorial onde William II, o príncipe laranja e futuro rei da Holanda foi morto na batalha de Waterloo. No topo da colina, a 46 metros de altura e após 226 degraus, uma enorme estátua de leão.

Pedro adorou subir os primeiros 26 degraus sozinho e os outros 200 nas costas do seu cavalo preferido ("sobe cavalinho, sobe cavalinho!!!"). Lá em cima uma vista deslumbrante e a constante preocupação do guri achar que era um dragão e tentar sair voando lá de cima.

Na última parada do roteiro, já depois do almoço, fomos visitar a casa onde morava o tal monstro: o museu sobre Napoleão fica do outro lado do campo de batalha, na fazenda onde Napoleão dormiu a última noite antes de perder a guerra. Não achamos o monstro, mas Pedro achou um zumbi (quando viu a ossada de um soldado que foi recolhida do campo ele disse "mamãe, igual ao meu zumbi!") lutou contra monstros imaginários no jardim do museu.

Beijos do papai-cavalinho

Entrando no espírito no museu de Wellington.

Escolhendo sua espada

"Papai, posso entrar aí?"


"Mamãe, deixa eu ver com quem você está falando"

A "pedra do rei"

Subindo sozinho até o meio da escada

E o restante com o cavalinho papai

Admirando seu "reino"

"Deixa que eu mato ele"

Vamos procurar o monstro, papai?


Nós vencemos!!!!!


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Bruxellas 3



Começamos o terçeiro dia em Bruxellas pelo museu Atomium. Sensacional pela forma, não pelo conteúdo. Pedro estava ansioso para entrar nas esferas. 

Enquanto mamãe foi comprar ingressos, papai disse que Pedro pintou nas letras gigantes.

Fez mil poses 

Adorou saber que estava subindo na letra do papai...

... E na da mamãe 

Entrava pelas letras. Uma farra só!

Olha a pose.

Já dentro do museu, passando de uma "bola" para outra.

Às vezes tínhamos o benefício da escada rolante.

Na esfera do topo (panorâmica), com a graça do bom Deus, só de elevador.

Mas algumas etapas eram na raça mesmo.


E haja fôlego!

Valeu muito a visita, mas não dá pra ir pelas exposições, mas pelo lugar mesmo.

De lá emendamos o parque Mini Europa.

Que lugar maneiro!


Pedro e seu novo hobby :-)

Homenagem aos amigos Edu e Maggie (reconhecem o lugar?).


Pedro adorou a quantidade de castelos, trens, aviões e principalmente barcos. E tinha este
lugar para dirigir barcos. As duas crianças amaram. Teve até caça aos patos, coitados.

Olha ele aí de novo! Mas quando Pedro avistou o brinquedo ao fundo à direita, acabou mini
Europa. Ele queria a todo custo ir para "o outro parque". 

Travessura na saída do Mini Europa.

Hora do almoço.


E durante a soneca do pequeno, visita ao parque onde fica a residência dos reis da Bélgica.

Entrada do palácio ao fundo.

De volta ao nosso apê, hora da limpeza.

E o trio da noite.






sábado, 7 de junho de 2014

Loja do Pedro


Um belo dia chegamos ao hotel e Pedro colocou todos os seus brinquedos em cima da mesa de centro e falou "mamãe, compra o avião, toma aqui o dinheiro". Ele me deu o avião e mais dinheiro. Comeci a reparar que ele achava que quem comprava ganhava dinheiro também. Papai explicou que quem compra que paga e acho que Pedro entendeu a mecânica enfim. A brincadeira foi evoluindo e agora a loja já embala os presentes e dá troco - umas figurinhas que ganhamos no mercado. 

Todo dia tem loja de verdade, pois Pedro é bem consumista e de brincadeira.

Outra fofisse do pequeno ainda não consegui entender mas mãe acha tudo lindo mesmo. Estávamos brinçando na sala e Pedro falou "estou perdido! Aqui tem dois banheiros, três portas e eu só tenho três anos!". O que significa isso?

Foram muitas gargalhadas até agora com as tiradas  do Pedro. 


Fazendo pingüim em frente à loja. 

domingo, 1 de junho de 2014

Eu não quero passear...

Acho que daqui a alguns anos, quando perguntarmos ao Pedro onde ele quer passar as férias, ele inevitavelmente vai sugerir Miami. Isso porque o moleque se mostrou um consumista de primeira linha nesta viagem.

Não é de hoje que o Pedro gosta de ir ao "shoppei" comprar um pressentindo para ele. Vovô que o diga. Um dia desses lá na Gávea fui à loja de brinquedos comprar um presente para outra criança e o vendedor foi todo feliz me apresentar à gerente: "olha, esse é o pai do Pedro, o netinho do seu Nilton que está sempre aqui...".

Enfim, aqui na Europa, passeando em Euro a um pouco mais de três para um, o moleque mantém o ritmo. Está adorando comprar. Ontem mesmo ele perguntou "onde a gente vai?". Quando respondemos "filho, estamos indo passear" ele imediatamente falou "mas eu não quero passear, eu quero comprar". Assim mesmo, com todas as letras.

E todo dia é dia de comprar um presente para o Pedro. Aliás, quando eu digo que vamos comprar um presente para a mamãe ou para o papai ele responde que "não, é para o Predro". Às vezes o pressentindo custa um euro e faz o maior sucesso. Mas às vezes é uma nave espacial de lata, meio toy art, que custa 20 euros e não dura dois pousos na mão do moleque.

Mas, fazer o quê né? Não é sempre que o moleque comporta-se maravilhosamente em uma visita a museu, deixando papai e mamãe orgulhosos com a excelente companhia de viagem que arrumamos pra gente.

Beijos do papai-duda.


A espada foi um dos presentes...