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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Cadê o vovô?

Pelo menos, duas vezes por semana, o vovô pega o Pedro na creche e, desta hora em diante, é uma farra só entre os dois. Dizem os ventos que este avô não nega nada e que o céu é o limite para as brincadeiras.

Aliás, Pedro está acostumado com farras quase que diárias, pois tem sempre alguém aproveitando um pouquinho do pequeno depois da creche. E ele fica desolè quando a casa não está em festa.

Só que esta semana, o vovô estava doente e não foi buscá-lo. A Lelete foi no lugar dele. Quando Pedro desceu, olhou a Salete e ficou procurando pelo vovô. Quando ele se deu conta de que não havia mesmo vovô nenhum, começou a chorar.

Como uma criança de 1 ano e 4 meses consegue associar o dia do vovô e chorar sua ausência? Achei incrível! Esta nova geração veio com um processador diferente do nosso, com certeza.

Mas devo confessar que, com este avô, não deve ser difícil associar coisas boas e ficar triste pela ausência delas.

bj da mamãe que também é apaixonada pelo vovô


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Primos

Não podia deixar de registrar esta delícia que tem sido ver Pedro e Rafa juntos. Sei que há alguns posts falei dos dois mas acontecimentos novos me fizeram voltar ao tema.

Sábado, Vovó Beth e tia Fá foram levar o Rafa ao teatro no Shopping da Gávea e estacionaram lá no prédio. Quando voltaram, o Rafa se recusou a entrar no carro. Não queria ir embora de jeito nenhum. Sem entender muito bem o motivo, a Fá insistiu e ele abriu o berreiro das lágrimas escorrem e falou "Eu quero ver o Pedinho, o Mickey e a Minie".

Eu estava no telefone tentando convencer vovó Beth a subir com tia Fá e Rafa - estavam reticentes pois o Pedro estava dormindo - quando ouvi o problema. Eu avisei que já estava na hora do Pedro acordar mesmo e, quando minha mãe repetiu isto para a Fá, só escutei o Rafa gritando "VOU ACORDAR O PEDINHO!".

E Pedro ficou superanimado quando deu de cara com o primo. Aliás, no almoço do domingo passado o Pedro estava indócil pois o Rafa é quem estava dormindo na casa da vovó Beth. Ele ia e voltava do quarto da minha irmã querendo acordar o primo a todo custo. E deu gritos nervosos quando a tia Fá concordou em acordá-lo.

E, neste domingo, os dois fizeram a maior farra de todos os tempos. O Rafa fazia palhaçada e o Pedro gargalhava. E ficaram horas nisso. E a família toda estava aos risos com os dois. Depois o Rafa pediu um abraço do Pedro, que correu e atendeu o pedido imediatamente. Os dois caíram, rolaram e gargalharam novamente e o papai/ tio Dudu se juntou a eles.

Foi realmente muito gostoso. Eu e Du sempre falamos como seria maravilhoso se Santiago e João Marcelo estivessem aqui. Imagina, todos da mesma idade?! Voltem pra cá!!!!!!!!!!!!!!!!!

É, minha mãe tem razão, criança traz brilho a qualquer casa :-0

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Dono de casa

Pedro já teve muitas cismas nestes 1 ano e 4 meses de vida. Mas a grande estrela do momento é a nossa máquina de lavar roupa. Quase um vício.

Ele já acorda apontando para a porta. Quando o pegamos no colo e saímos do quarto, ele dá risos nervosos de que verá aquele intrigante eletrodoméstico. Mas normalmente ela está parada, claro. Aí ele faz uma carinha linda de "o que houve?". Explicamos que ela ainda está dormindo e pensamos que ele deveria fazer o mesmo, afinal de contas, normalmente se trata do horário das 5 da manhã. Ou melhor seria madrugada?!

Se existe roupa para lavar, eu realizo o desejo do pequeno -"vamos acordar a dona máquina?". Coloco a bichinha para funcionar e as gargalhadas são contagiantes. E, se neste momento ainda aparecem formiguinhas na parede, sua alegria é completa. Ele sai matando uma a uma com uma felicidade ímpar. Tadinhas. Normalmente havia muita formiga na área e na cozinha mas, depois que o boato de que o exterminador de pequenas criaturas chegou à casa se espalhou, elas desapareceram. Só restaram algumas pobre desavisadas.

E devo dedurar que quem ensinou esta prática "violenta" para o Guigo foi o papai.

Mas a fascinação doméstica não se limita à lavadora de roupas. Pedro chegava a chorar quando guardávamos a vassoura e a pá. Tanto que compramos um kit tamanho baby para ele, com medo de se machucar com as originais. E Pedro tem levado os novos presentes até para o banho.

Fogão, geladeira e lava-louça não escapam às investidas do rapaz. Mas paixão mesmo, no momento, é pela lava-roupas. Será que teremos um dono de casa na família?

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Ao pai do Pedro



Esta é uma homenagem ao pai do meu filho em especial, aos meus falecidos mas de certa forma sempre presentes pai e avô e a todos os outros pais.

Achei  fantástico este texto da Dra. Rosa Celia. Lembrou Pedro Paulo. Eu também sempre pedia para ele fazer o primeiro rasgo da tangerina. E não há dúvida da falta que ele faz para ajudar com o primeiro rasgo "de tantas cascas duras que encontro pelo caminho".

Du, meu amor, você é e sempre será, sem dúvida, o melhor descascador de tangerinas que o Pedro poderia ter.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Muito adultinho


Sábado foi um dia importante na vida do Guigo e, principalmente, dos pais do Guigo. Nosso pequeno está crescendo na velocidade da luz e está difícil acompanhar este ritmo.

Pedro foi sozinho a uma festa. Na verdade, com os dindos Fê e Rê, mas sem papai e mamãe. Minha irmã estava apostando que eu não o deixaria ir. E quase que ele não foi mesmo. Não por insegurança ou preocupação dos pais, mas por preguiça coletiva.

Depois de uma manhã agitada no parquinho do JB (pós-sono tardio dos pais que saíram na sexta e do próprio Guigo, que ficou excitadíssimo com a chegada da vovó Beth), Pedro, papai e mamãe comeram e caíram no sono. Acordamos às 15h45 e tínhamos marcado às 16h com a dinda Fê. Pedro ainda acordou enjoadinho por ter dormido tanto (ele estava na cama desde às 12h30) e custou a engrenar. Foi uma correria danada. A sorte é que a dinda se atrasou também.

Pedro pronto, bolsa completa com roupas extras, papinha, água de coco, biscoito, chupetas, prato, talheres, mamadeira, medidor de remédio, trocador portátil, sabão antisséptico, gaze, hipoglós, lenço umedecido, rinosoro, carteira do plano de saúde, paninhos de boca, lenço de papel, fraldas, fraldas de ombro, óleo, repelente, saco de roupa suja, gel antibactericida, mosquiteiro, cobertinha (até agora me pergunto para que coloquei uma cobertinha na bolsa dele!) e, claro, um potente chip de localização com câmera.

Na verdade, eu estava achando tranquila a novidade e uma boa oportunidade para o Pedro se acostumar a sair sem nós, até que o interfone tocou:

- “Eles não vão subir?”
- “Não, Li, vamos descer com o Pedro.”
- “Eu não posso descer assim. Não dá tempo de colocar outra roupa, estão atrasados.”

Comecei a disparar lembretes para o Du passar adiante e, quando o elevador chegou, meu olho encheu de lágrimas. Só aí percebi que não era tão tranquilo assim. Que eu ia morrer de saudade!

Ficou um silêncio, um vazio na casa. Tão sem graça. Tão sem vida... Bola pra frente. Era a nossa vez de colocar uma roupa e ir para o aniversário da minha dinda.

Quando chegamos sem o Pedro, a comoção foi geral. E mais tarde, quando o Pedro chegou, a nossa festa foi completa.

Pena que ele, agora acostumado a se divertir sem os pais (Fê e Rê disseram que o moleque se acabou!), não deu a menor bola pra gente quando entrou na casa da dinda. Ficou passando de colo em colo, curtindo mais a liberdade. Até que a mamãe ciumenta resolveu tirar satisfação e finalmente ganhou um abraço apertado.

Bem, só quero ver se, depois desta experiência a sós com o Pedro por tanto tempo, Fê e Rê vão dar continuidade ao plano dos 5 filhos!

Infelizmente fotos, só quando a dinda Fê mandar.


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Domingo

A vida inteira, domingo foi um dia gostoso para mim, familiar. Visitávamos minha dinda Dulce, depois minha avó Ivone e, por fim, almoçávamos na vovó Elza e vovô Elias com tios, primas e quem mais quisesse aparecer. Maria Dulce se mudou, vó Ivone faleceu, mas os almoços na vovó Elza eram sagrados. Sempre muito engraçados e um ótimo motivo para reunir a turma toda.

Felizmente, mesmo com todas as perdas ao longo destes 35 anos, conseguimos manter a tradição e a família Bassoul se encontra semanalmente, aos domingos. Agora, na casa da vovó Beth e com 2 novos ilustres integrantes, que tornam estas tardes ainda mais divertidas.

É um tal de gritar, cantar, dançar, batucar, tocar piano, correr de um lado para o outro, cair de cabeça do sofá que parece que existem 100 pessoas num apê de 2 quartos. Tenho pena dos vizinhos, um medo enorme da minha mãe não conseguir renovar o contrato de locação rsrsrsr, mas uma satisfação que não tem tamanho.

Quando o bobô Luiz resolve levar os 2 moleques para o play é uma paz, um alívio, um silêncio... que até incomodam. E quando eles voltam, volta também a alegria da casa.

Agora é esperar pela Ameli e pelos 5 membros do clã Bassoul/ Gomides. Que venham muitos mesmo! Nada melhor do que esta festa.



Concerto a dois




Por que vovó comprou tantas tesouras?

Lançamento livre de peão

Só piano não tem graça



Me dá isso aqui!

Hora do abraço, ufa!

Adivinha onde normalmente eu limpo minha boquinha?

Beijos e mais beijos

Quando estes dois se juntam... sai de baixo!

Com quem ele está parecendo nesta foto?