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terça-feira, 10 de junho de 2014

Waterloo

Para ver onde Napoleão perdeu a guerra, saímos de Bruxelas e fomos até a cidade de Waterloo. O roteiro incluía dois museus e uma visita ao campo de batalha em si, então sabíamos que seria necessário entreter nosso pequeno acompanhante. A visita à Veuve Clicquot foi muito instrutiva neste sentido: Pedro ficou entediado na primeira parte e só se animou quando começou a procurar dragões nas caves.

Então no primeiro museu (museu de Wellington, no antigo hotel onde o comandante das tropas aliadas passou a última noite antes da batalha) começamos a mostrar para o Pedro as espadas e armas que foram usadas para destruir o monstro chamado Napoleão.

Uma pequena distorção da história, mas afinal é assim que ela geralmente é contada mesmo, certo? Quem ganha a guerra é o herói e o derrotado é o grande vilão. Ou monstro. Enfim, isso nos deu um pouco mais de tranqüilidade para passear no primeiro museu.

Depois fomos para o campo de batalha procurar pela pedra do rei. A pedra do rei é uma pedra bem alta de onde Simba, o Rei Leão da Disney, governa as terras do rei. A nossa pedra do rei era o butte de leon, uma colina criada como um memorial onde William II, o príncipe laranja e futuro rei da Holanda foi morto na batalha de Waterloo. No topo da colina, a 46 metros de altura e após 226 degraus, uma enorme estátua de leão.

Pedro adorou subir os primeiros 26 degraus sozinho e os outros 200 nas costas do seu cavalo preferido ("sobe cavalinho, sobe cavalinho!!!"). Lá em cima uma vista deslumbrante e a constante preocupação do guri achar que era um dragão e tentar sair voando lá de cima.

Na última parada do roteiro, já depois do almoço, fomos visitar a casa onde morava o tal monstro: o museu sobre Napoleão fica do outro lado do campo de batalha, na fazenda onde Napoleão dormiu a última noite antes de perder a guerra. Não achamos o monstro, mas Pedro achou um zumbi (quando viu a ossada de um soldado que foi recolhida do campo ele disse "mamãe, igual ao meu zumbi!") lutou contra monstros imaginários no jardim do museu.

Beijos do papai-cavalinho

Entrando no espírito no museu de Wellington.

Escolhendo sua espada

"Papai, posso entrar aí?"


"Mamãe, deixa eu ver com quem você está falando"

A "pedra do rei"

Subindo sozinho até o meio da escada

E o restante com o cavalinho papai

Admirando seu "reino"

"Deixa que eu mato ele"

Vamos procurar o monstro, papai?


Nós vencemos!!!!!


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Bruxellas 3



Começamos o terçeiro dia em Bruxellas pelo museu Atomium. Sensacional pela forma, não pelo conteúdo. Pedro estava ansioso para entrar nas esferas. 

Enquanto mamãe foi comprar ingressos, papai disse que Pedro pintou nas letras gigantes.

Fez mil poses 

Adorou saber que estava subindo na letra do papai...

... E na da mamãe 

Entrava pelas letras. Uma farra só!

Olha a pose.

Já dentro do museu, passando de uma "bola" para outra.

Às vezes tínhamos o benefício da escada rolante.

Na esfera do topo (panorâmica), com a graça do bom Deus, só de elevador.

Mas algumas etapas eram na raça mesmo.


E haja fôlego!

Valeu muito a visita, mas não dá pra ir pelas exposições, mas pelo lugar mesmo.

De lá emendamos o parque Mini Europa.

Que lugar maneiro!


Pedro e seu novo hobby :-)

Homenagem aos amigos Edu e Maggie (reconhecem o lugar?).


Pedro adorou a quantidade de castelos, trens, aviões e principalmente barcos. E tinha este
lugar para dirigir barcos. As duas crianças amaram. Teve até caça aos patos, coitados.

Olha ele aí de novo! Mas quando Pedro avistou o brinquedo ao fundo à direita, acabou mini
Europa. Ele queria a todo custo ir para "o outro parque". 

Travessura na saída do Mini Europa.

Hora do almoço.


E durante a soneca do pequeno, visita ao parque onde fica a residência dos reis da Bélgica.

Entrada do palácio ao fundo.

De volta ao nosso apê, hora da limpeza.

E o trio da noite.






sábado, 7 de junho de 2014

Loja do Pedro


Um belo dia chegamos ao hotel e Pedro colocou todos os seus brinquedos em cima da mesa de centro e falou "mamãe, compra o avião, toma aqui o dinheiro". Ele me deu o avião e mais dinheiro. Comeci a reparar que ele achava que quem comprava ganhava dinheiro também. Papai explicou que quem compra que paga e acho que Pedro entendeu a mecânica enfim. A brincadeira foi evoluindo e agora a loja já embala os presentes e dá troco - umas figurinhas que ganhamos no mercado. 

Todo dia tem loja de verdade, pois Pedro é bem consumista e de brincadeira.

Outra fofisse do pequeno ainda não consegui entender mas mãe acha tudo lindo mesmo. Estávamos brinçando na sala e Pedro falou "estou perdido! Aqui tem dois banheiros, três portas e eu só tenho três anos!". O que significa isso?

Foram muitas gargalhadas até agora com as tiradas  do Pedro. 


Fazendo pingüim em frente à loja. 

domingo, 1 de junho de 2014

Eu não quero passear...

Acho que daqui a alguns anos, quando perguntarmos ao Pedro onde ele quer passar as férias, ele inevitavelmente vai sugerir Miami. Isso porque o moleque se mostrou um consumista de primeira linha nesta viagem.

Não é de hoje que o Pedro gosta de ir ao "shoppei" comprar um pressentindo para ele. Vovô que o diga. Um dia desses lá na Gávea fui à loja de brinquedos comprar um presente para outra criança e o vendedor foi todo feliz me apresentar à gerente: "olha, esse é o pai do Pedro, o netinho do seu Nilton que está sempre aqui...".

Enfim, aqui na Europa, passeando em Euro a um pouco mais de três para um, o moleque mantém o ritmo. Está adorando comprar. Ontem mesmo ele perguntou "onde a gente vai?". Quando respondemos "filho, estamos indo passear" ele imediatamente falou "mas eu não quero passear, eu quero comprar". Assim mesmo, com todas as letras.

E todo dia é dia de comprar um presente para o Pedro. Aliás, quando eu digo que vamos comprar um presente para a mamãe ou para o papai ele responde que "não, é para o Predro". Às vezes o pressentindo custa um euro e faz o maior sucesso. Mas às vezes é uma nave espacial de lata, meio toy art, que custa 20 euros e não dura dois pousos na mão do moleque.

Mas, fazer o quê né? Não é sempre que o moleque comporta-se maravilhosamente em uma visita a museu, deixando papai e mamãe orgulhosos com a excelente companhia de viagem que arrumamos pra gente.

Beijos do papai-duda.


A espada foi um dos presentes...

Bruxellas 2


Descobrimos que era feriado já na primeira tentativa de passeio, o que deixou papai bem apreensivo. Mas acabou sendo um dia pra lá de legal com direito a almoço Thai com o pequeno. E ele amou o restaurante, acredita? Sabe-se lá o que o encantou. Aliás, papai e mamãe amaram também, pois gastronomia não é o forte da Bélgica.  



Dançando sobre as pedras, a caminho do primeiro museu.

Após descobrir que era feriado, ao partir para o plano B, achamos esta igreja linda!

Plano B promissor: na porta do museu da história em quadrinhos.

Pedro mais uma vez, enlouqueceu!

Olha esta carinha de felicidade... Vale o dia!

Mamãe voltando a ser criança

Pedro na única parte interativa

E adorando esta coisa de colocar a cara para tirar foto

No tão adorado restaurante Thai que achamos pelo caminho, um brinde com a mamãe

Pedro dormiu saindo do restaurante e fomos fazer o tour pelas pinturas ao ar livre

Juro, atrás do Du é o manequinho.

Fazendo o pingüim em frente à "lojinha" (do nada Pedro resolveu brincar de lojinha neste dia e até hoje brincamos diariamente e é fofo demais! - será que ele aprendeu com a Clara?)