Pedro já passava uma boa parte do dia mandando sorrisos encantadores antes mesmo de saber o que isso significava. Ligia escreveu sobre este assunto há meses quando chamou o nosso menino de Garoto Sorriso. Com o tempo os sorrisos deixaram de ser acidentais, passaram a ter significado. Lembro do dia em que a Li me ligou para dizer que o Pedro tinha sorrido de propósito. Depois o dia em que deu sua primeira gargalhada.
A partir destes dias parece que papai e mamãe passaram a ser movidos por sorrisos e gargalhadas do Pedrinho. Sabe aquele grupo de pessoas que se alimenta de luz? Pois é, papai e mamãe agora se alimentam de sorrisos. O sorriso de qualquer criança é mágico, conquistador e delicioso. Mas o sorriso de seu próprio filho é inexplicável, é uma descarga automática de endorfina por todo o corpo.
E o moleque, é claro, já percebeu o poder que exerce com um simples sorriso sobre as pessoas. Sobre os pais, então... Ele até já desenvolveu sorrisos diferentes para momentos diferentes. O nosso preferido é a gargalhada. Quando ele solta uma gargalhada olhando bem no fundo dos nossos olhos e balançando os bracinhos em nossa direção, ficamos simplesmente perdidos. Se neste hora o Pedro soubesse falar e pedisse qualquer coisa, com certeza ele conseguiria!
Mas tem um outro sorriso que é muito engraçado também. Eu chamo de sorriso "ok, você mereceu". Este sorriso é assim: Pedro está olhando para sua cara com um ar totalmente blasé. Não é cara amarrada, é um olhar de indiferença mesmo. Mas você quer, você precisa, que ele lhe dê um sorriso. Então fica fazendo barulhinhos estúpidos, dancinhas ridículas ou uma palhaçada qualquer. Pedro continua impassível, te olhando com a mesma cara até a hora em que você já está quase se achando idiota demais e está prestes a parar para se recompor. Justo nessa hora o menino solta, do nada, um sorrisão. Se você já ganhou um sorriso destes, sorte sua!
Beijos do pai-só-sorrisos.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Volta ao trabalho
Estou há exatos 5 meses grudada no Pedro, com exceção de raríssimos momentos. Desde ontem me deu um aperto no coração, um nó na garganta, uma dor de estômago... Só de olhar meu menino algumas lágrimas brotavam.
Como é estranha esta ideia de tempo. Quando penso no Pedro, parece que ele está há muito mais de 5 meses brincando, falando e interagindo conosco (fora da barriga). Quando penso no trabalho, parece que foi ontem que entrei de licença. Como é possível?
Confesso que cogitei parar de trabalhar, pois além de saber o quanto seria difícil deixar o Pedro, acho importante participar mais da criação e evolução dele. Mas por outro lado, minha mãe (que fez isso) me alertava que passa rápido demais, que logo ele seria um menino bastante independente e que provavelmente eu não poderei dar a ele tudo o que gostaria, pois há a questão prática/ financeira.
Somado a isto, fica o medo da cobrança. Me peguei falando pro Pedro mês passado, quando ele chorava para dormir: “Pôxa, filho, mamãe tá tão cansada, faz tudo o que você quer, se dedica 100% a você há 4 meses, não é justo”. Se já estou “cobrando” agora meu filho, imagina daqui a 6 anos depois de ter largado tudo, por exemplo!
Não vou dizer que o primeiro dia de trabalho foi fácil. Morri de saudade, chorei quando saí de casa, mas foi bem menos pior do que eu esperava. E no fim do dia, mesmo cansada, foi compensador voltar para casa e ver aquele sorriso, mesmo que por alguns minutos. Pedro ficou o dia todo na farra ("Iupi! Minha mãe me deu espaço! Vou aproveitar!") e parecia só estar esperando eu chegar para tomar banho, mamar e dormir até hoje de manhã.
Nada é tão ruim quanto parece nem tão bom que não possa melhorar. Estou certa de que nossa vida ficará cada dia mais especial.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Muito Organizado
Se eu fosse chutar algumas características que o Pedro terá quando crescer, uma delas certamente será a organização. Filho da Ligia, Pedro deve ter herdado este gene que o fará metódico e organizado. Perto dela posso ser considerado um grande bagunceiro. Bem, perto dela, todo mundo seria considerado bagunceiro!
Mas o Pedro tem demonstrado que entende o processo de "vamos nos organizar e cuidar de uma coisa de cada vez". Fomos ao médico esta semana e, como sempre, um dos momentos mais importantes da consulta são as medições e pesagens. É quando comparamos o nosso filho com uma curva que, teoricamente, reflete o que seria o crescimento de uma criança normal.
Quando nasceu, Pedro veio ao mundo um pouco abaixo do peso e nos primeiros quinze dias não engordou muito. O médico nos avisou e ficamos preocupados com esta situação, vocês devem lembrar (se não lembram, a memória do blog está aí para isso mesmo!). Acho que o menino também ficou preocupado e tratou de engordar logo.
Pronto, alguns meses depois o moleque tinha engordado tanto que começaram a chamá-lo carinhosamente de menino-cara-de-bolacha ou Pedro-peixe-lua. O garoto deve ter pensado "poxa, eu aqui me esforçando para ter um apelido bacana ("Guigo") e vão acabar de chamando de bolota!".
Qual foi o jeito que ele arrumou para resolver isso? Eu não sei como, pois não compartilho da sabedoria dos bebês, mas de alguma maneira o Guigo deu um gás no crescimento de sua cabeça. Deve ter pensado "se a cabeça crescer, o rosto fica proporcional". Foi assim que chegamos da última consulta com a notícia de que o garoto seria cabeçudinho!
Vaidoso, o moleque deve ter ficado incomodado. Tanto que ultimamente ele tem colocado bastante a mão na própria cabeça. Não sei se ele está medindo ou tentando segurar o crescimento craniano com as próprias mãozinhas.
Mas, enfim, sem querer entender o milagre da vida de bebê, qual foi a notícia que recebemos na tal sessão de pesos e medidas deste mês? A cabeça já não cresceu tanto. Nem o peso. Agora foi a altura que impressionou. O médico achou até que tinha medido errado e precisou confirmar para ter certeza de que Pedrinho tinha crescido três centímetros e meio!
Só faltou o moleque abrir os braços, olhar na nossa cara e dizer: "viu pessoal, cada coisa de cada vez. Primeiro eu resolvi o peso, depois a cabeça e agora a altura. Quanta ansiedade!". Para evitar qualquer frustração no moleque, vamos evitar o apelido de gigantinho, quem sabe assim ele resolve crescer todas as medidas juntas daqui para frente?
Beijos do pai orgulhoso.
Mas o Pedro tem demonstrado que entende o processo de "vamos nos organizar e cuidar de uma coisa de cada vez". Fomos ao médico esta semana e, como sempre, um dos momentos mais importantes da consulta são as medições e pesagens. É quando comparamos o nosso filho com uma curva que, teoricamente, reflete o que seria o crescimento de uma criança normal.
Quando nasceu, Pedro veio ao mundo um pouco abaixo do peso e nos primeiros quinze dias não engordou muito. O médico nos avisou e ficamos preocupados com esta situação, vocês devem lembrar (se não lembram, a memória do blog está aí para isso mesmo!). Acho que o menino também ficou preocupado e tratou de engordar logo.
Pronto, alguns meses depois o moleque tinha engordado tanto que começaram a chamá-lo carinhosamente de menino-cara-de-bolacha ou Pedro-peixe-lua. O garoto deve ter pensado "poxa, eu aqui me esforçando para ter um apelido bacana ("Guigo") e vão acabar de chamando de bolota!".
Qual foi o jeito que ele arrumou para resolver isso? Eu não sei como, pois não compartilho da sabedoria dos bebês, mas de alguma maneira o Guigo deu um gás no crescimento de sua cabeça. Deve ter pensado "se a cabeça crescer, o rosto fica proporcional". Foi assim que chegamos da última consulta com a notícia de que o garoto seria cabeçudinho!
Vaidoso, o moleque deve ter ficado incomodado. Tanto que ultimamente ele tem colocado bastante a mão na própria cabeça. Não sei se ele está medindo ou tentando segurar o crescimento craniano com as próprias mãozinhas.
Mas, enfim, sem querer entender o milagre da vida de bebê, qual foi a notícia que recebemos na tal sessão de pesos e medidas deste mês? A cabeça já não cresceu tanto. Nem o peso. Agora foi a altura que impressionou. O médico achou até que tinha medido errado e precisou confirmar para ter certeza de que Pedrinho tinha crescido três centímetros e meio!
Só faltou o moleque abrir os braços, olhar na nossa cara e dizer: "viu pessoal, cada coisa de cada vez. Primeiro eu resolvi o peso, depois a cabeça e agora a altura. Quanta ansiedade!". Para evitar qualquer frustração no moleque, vamos evitar o apelido de gigantinho, quem sabe assim ele resolve crescer todas as medidas juntas daqui para frente?
Beijos do pai orgulhoso.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
O que você tem feito de bom?...
Semana passada encontrei o professor que foi meu orientador no mestrado e, como não nos falávamos há muito tempo, ele foi logo me perguntando o que eu estava fazendo de bom. Foi muito fácil responder "de bom mesmo eu fiz o meu filho, que está com quase cinco meses".
Na outra semana participei de uma reunião onde foi proposta uma atividade: cada um deveria se apresentar e no final dizer uma palavra que o representasse. Era um ambiente de relações profissionais, então as pessoas foram escolhendo palavras como "motivado", "agregador", "detalhista"... e eu só pensava em dizer "pai".
Estas duas ocasiões me mostraram que o meu cérebro está passando por um grande dilema: como voltar a ser uma pessoa de muitos papéis como marido, empresário, amigo, corredor, filho, professor ou consultor depois de ter vivido, ou melhor, de estar vivendo com tanta intensidade o papel de pai?
Eu sei que, no fundo, ter todas estas caixinhas na estante, ter um lugar importante para cada papel, é saudável para mim, para o meu filho e para todas as outras pessoas que nos cercam. Também percebo que, com o passar do tempo, estas coisas estão se acomodando e ganhando o devido espaço. Mas a vontade de colocar todas as outras caixinha na gaveta e deixar espaço apenas para o papel de pai é enorme.
Só que o Pedro está aprendendo a ser gente e vai querer experimentar vários papéis além de filho, neto, afilhado ou bebê mais amado do Brasil. Pedro terá uma vida inteira para ser quem ele quiser ser e estarei feliz observando de perto, quando ele permitir, ou de longe quando for a hora.
Beijos do Duda.
Na outra semana participei de uma reunião onde foi proposta uma atividade: cada um deveria se apresentar e no final dizer uma palavra que o representasse. Era um ambiente de relações profissionais, então as pessoas foram escolhendo palavras como "motivado", "agregador", "detalhista"... e eu só pensava em dizer "pai".
Estas duas ocasiões me mostraram que o meu cérebro está passando por um grande dilema: como voltar a ser uma pessoa de muitos papéis como marido, empresário, amigo, corredor, filho, professor ou consultor depois de ter vivido, ou melhor, de estar vivendo com tanta intensidade o papel de pai?
Eu sei que, no fundo, ter todas estas caixinhas na estante, ter um lugar importante para cada papel, é saudável para mim, para o meu filho e para todas as outras pessoas que nos cercam. Também percebo que, com o passar do tempo, estas coisas estão se acomodando e ganhando o devido espaço. Mas a vontade de colocar todas as outras caixinha na gaveta e deixar espaço apenas para o papel de pai é enorme.
Só que o Pedro está aprendendo a ser gente e vai querer experimentar vários papéis além de filho, neto, afilhado ou bebê mais amado do Brasil. Pedro terá uma vida inteira para ser quem ele quiser ser e estarei feliz observando de perto, quando ele permitir, ou de longe quando for a hora.
Beijos do Duda.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Com todas as bênçãos
Deu tudo certo e foi lindo. Fizemos uma cerimônia de batismo mais íntima porque não queríamos transformar um evento religioso e familiar em um grande encontro social. Mas acabou que virou uma festa repleta de amor, sorrisos e emoção.
O batismo tem um significado especial dentro da igreja católica que é a introdução da criança à vida religiosa, à vida cristã. Independentemente da religião praticada por nossas famílias e amigos presentes, entendemos que aquele era o momento em que todos, cada um com sua crença, juntava forças para desejar ao nosso menino uma vida saudável, feliz, cheia de paz e proteção. Obrigado, pois sentimos toda esta energia positiva.
Para nós o batismo também tem um outro significado muito importante: foi a oficialização de que nossos irmãos foram os substitutos que escolhemos no caso de nossa falta. Este é um assunto que ninguém gosta de tocar porque significa que algo de ruim e que não desejamos aconteceu. É um papel que esperamos que eles nunca precisem cumprir, mas há muita responsabilidade envolvida nisso tudo.
E o padre? Esta era, sem dúvida, uma grande preocupação. Quando escolhemos a capelinha próxima de casa para o batismo, o fizemos pelo local, mas também porque presenciamos uma cerimônia de batismo lá e gostamos muito do frei que a conduziu. Infelizmente este senhor faleceu há algumas semanas e ficamos sem saber quem conduziria o batismo do Pedro.
Acabou que, como eu disse lá no início, deu tudo certo e foi lindo. O padre Jonatha (escreve assim mesmo...) e o Pedrinho deram um show e nós, pais, padrinhos, avós, bisavó, tios e amigos ficamos apenas de platéia embevecida. Meu filho prestou bastante atenção ao padre, riu na hora que era para rir e não chorou nem um pouquinho. Pelo visto, o moleque gosta de ser o centro das atenções.
Beijos do pai abençoado.
O batismo tem um significado especial dentro da igreja católica que é a introdução da criança à vida religiosa, à vida cristã. Independentemente da religião praticada por nossas famílias e amigos presentes, entendemos que aquele era o momento em que todos, cada um com sua crença, juntava forças para desejar ao nosso menino uma vida saudável, feliz, cheia de paz e proteção. Obrigado, pois sentimos toda esta energia positiva.
Para nós o batismo também tem um outro significado muito importante: foi a oficialização de que nossos irmãos foram os substitutos que escolhemos no caso de nossa falta. Este é um assunto que ninguém gosta de tocar porque significa que algo de ruim e que não desejamos aconteceu. É um papel que esperamos que eles nunca precisem cumprir, mas há muita responsabilidade envolvida nisso tudo.
E o padre? Esta era, sem dúvida, uma grande preocupação. Quando escolhemos a capelinha próxima de casa para o batismo, o fizemos pelo local, mas também porque presenciamos uma cerimônia de batismo lá e gostamos muito do frei que a conduziu. Infelizmente este senhor faleceu há algumas semanas e ficamos sem saber quem conduziria o batismo do Pedro.
Acabou que, como eu disse lá no início, deu tudo certo e foi lindo. O padre Jonatha (escreve assim mesmo...) e o Pedrinho deram um show e nós, pais, padrinhos, avós, bisavó, tios e amigos ficamos apenas de platéia embevecida. Meu filho prestou bastante atenção ao padre, riu na hora que era para rir e não chorou nem um pouquinho. Pelo visto, o moleque gosta de ser o centro das atenções.
Beijos do pai abençoado.
sábado, 3 de setembro de 2011
Padrinhos de Consagração
De certa forma é bem difícil escolher os padrinhos do seu primeiro filho. Por um lado, nunca tivemos dúvida de que nossos irmãos deveriam ser escolhidos para o papel. Já estavam escolhidos antes da gravidez, antes mesmo de qualquer concepção. Mas, por outro lado, tantas são as pessoas importantes em nossa vida que gostaríamos de homenagear e, mais do que isso, dar um papel especial em relação ao Pedro...
Não é à toa que o Pedrinho tem tantos avôs, avós, tios, tias... e dindos. Mas é importante deixar claro que isso não é uma banalização do papel. Para escolher quem seria a dinda e o dindo de consagração do Pedrinho, pensamos muito e depois ficamos muito felizes com as escolhas.
A madrinha de consagração do Pedro, por exemplo, é uma pessoa maravilhosa e que foi conquistando um lugar especial nas nossas vidas. Está sempre sorrindo e disposta a levar a vida na brincadeira, mesmo quando a realidade impõe seriedade. Sempre que lembro da Ju, mesmo em momentos difíceis, penso nela sorrindo e acho que isso traduz a energia que ela passa para as pessoas.
Quando convidamos a Ju para ser a madrinha de consagração do Pedro ela ficou muito surpresa. Acho que já contamos aqui que ela chegou a olhar para trás para ver se estávamos falando com ela mesmo ou se era outra pessoa. Foi uma reação muito bacana e emocionante, o que nos deu ainda mais certeza de ter feito a escolha certa.
Mais tarde fui olhar qual era o papel dos padrinhos de consagração e li que era o de zelar espiritualmente pela criança. É uma promessa de que esta pessoa incluirá o Pedro em suas preces e fará, espiritualmente, o papel de mãe e pai do Pedro. É bastante responsabilidade e, mais uma vez, fico feliz de ter escolhido pessoas de espírito bom, que serão bons exemplos para o nosso filho.
Hoje em dia percebo claramente que o Pedro também aprovou a escolha. Basta ver a Ju com o garoto no colo e como os dois são só alegria neste momento, para ter a certeza que os espíritos se completaram. Pedrinho também escolheu um jeito bem peculiar de homenagear a madrinha de consagração. Não é à toa que a cabecinha dele continua crescendo em proporção acelerada enquanto o corpo deu uma acalmada.
(Foi mal Ju, mas não poderia deixar a oportunidade passar. Afilhado de cabeçudinha, cabeçudinho é...)
Hoje é aniversário da Ju e estamos muito felizes de economizar uma graninha, porque este ano não precisamos dar presente. Afinal ela já ganhou a consagração do nosso bem mais precioso. Parabéns Ju, que a sua vida seja repleta de felicidade e paz.
Beijos do pai, da mãe e do Guigo.
Não é à toa que o Pedrinho tem tantos avôs, avós, tios, tias... e dindos. Mas é importante deixar claro que isso não é uma banalização do papel. Para escolher quem seria a dinda e o dindo de consagração do Pedrinho, pensamos muito e depois ficamos muito felizes com as escolhas.
A madrinha de consagração do Pedro, por exemplo, é uma pessoa maravilhosa e que foi conquistando um lugar especial nas nossas vidas. Está sempre sorrindo e disposta a levar a vida na brincadeira, mesmo quando a realidade impõe seriedade. Sempre que lembro da Ju, mesmo em momentos difíceis, penso nela sorrindo e acho que isso traduz a energia que ela passa para as pessoas.
Quando convidamos a Ju para ser a madrinha de consagração do Pedro ela ficou muito surpresa. Acho que já contamos aqui que ela chegou a olhar para trás para ver se estávamos falando com ela mesmo ou se era outra pessoa. Foi uma reação muito bacana e emocionante, o que nos deu ainda mais certeza de ter feito a escolha certa.
Mais tarde fui olhar qual era o papel dos padrinhos de consagração e li que era o de zelar espiritualmente pela criança. É uma promessa de que esta pessoa incluirá o Pedro em suas preces e fará, espiritualmente, o papel de mãe e pai do Pedro. É bastante responsabilidade e, mais uma vez, fico feliz de ter escolhido pessoas de espírito bom, que serão bons exemplos para o nosso filho.
Hoje em dia percebo claramente que o Pedro também aprovou a escolha. Basta ver a Ju com o garoto no colo e como os dois são só alegria neste momento, para ter a certeza que os espíritos se completaram. Pedrinho também escolheu um jeito bem peculiar de homenagear a madrinha de consagração. Não é à toa que a cabecinha dele continua crescendo em proporção acelerada enquanto o corpo deu uma acalmada.
(Foi mal Ju, mas não poderia deixar a oportunidade passar. Afilhado de cabeçudinha, cabeçudinho é...)
Hoje é aniversário da Ju e estamos muito felizes de economizar uma graninha, porque este ano não precisamos dar presente. Afinal ela já ganhou a consagração do nosso bem mais precioso. Parabéns Ju, que a sua vida seja repleta de felicidade e paz.
Beijos do pai, da mãe e do Guigo.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Dentista e escritório
Nesta terça-feira fiz um passeio diferente logo pela manhã. Já comecei a estranhar que papai e mamãe não estavam levando o carrinho. Isso geralmente é um mal sinal porque quando saímos de carrinho vamos à praia, Jardim Botânico ou na pracinha. Quando saímos sem o carrinho, geralmente me levam ao médico onde eu tomo vacina e fico muito, mas muuuuuito, chateado.
Por isso saí meio desconfiado, mas estava com tanto sono que acabei dormindo no carro. Nem percebi a direção que estávamos tomando e acordei assustado em um estacionamento subterrâneo. Tudo melhorou quando saímos de frente para uma das vistas mais bonitas que eu já vi em toda a minha existência de quatro meses e meio. Papai e mamãe me disseram que eu estava em Botafogo, com vista para o Pão de Açúcar. Dei sorte mesmo, nasci em uma cidade linda!
Foi engraçado ver a minha vovó Sonia toda vestida de branco e com uma máscara no rosto. Lembrei do dia em que o médico ficou me apertando e depois me colocou para dormir. Quando acordei estava cortado e com uma agulha no meu bracinho. Tadinho de mim. Que dó, que dó.
Mas desta vez foi bem diferente, pois me diverti muito com a vovó. Ela fez uma bolinha de encher com a luva dela e eu achei o máximo. Também conheci a tia Regina, que é muito bacana. No final descobri que fui apenas acompanhar meus pais no dentista, o que é muito mais divertido do que tomar injeção no médico.
Na surpresa ainda encontrei o vovô Serginho na sala de espera. Parecia até uma reunião familiar no consultório da vovó. Descobri, inclusive, que o vovô Nilton ficou chateado de não ter sido convidado e fez uma mal criação feia para o papai!
Depois eu fui conhecer o escritório do papai e ver onde ele perde aquele tempo todo que deveria estar brincando no tapetinho comigo. Foi uma pena que os tios Medeiros, Cláudio e Alexandra não estavam por lá, mas terei outras oportunidades de conhecê-los. Por outro lado conheci um pessoal que trabalha com o papai e eles disseram que eu sou lindo! Depois voltei para casa e deixamos o papai no meio do caminho para ele ir a um cliente.
Beijos Guigo.
Por isso saí meio desconfiado, mas estava com tanto sono que acabei dormindo no carro. Nem percebi a direção que estávamos tomando e acordei assustado em um estacionamento subterrâneo. Tudo melhorou quando saímos de frente para uma das vistas mais bonitas que eu já vi em toda a minha existência de quatro meses e meio. Papai e mamãe me disseram que eu estava em Botafogo, com vista para o Pão de Açúcar. Dei sorte mesmo, nasci em uma cidade linda!
Foi engraçado ver a minha vovó Sonia toda vestida de branco e com uma máscara no rosto. Lembrei do dia em que o médico ficou me apertando e depois me colocou para dormir. Quando acordei estava cortado e com uma agulha no meu bracinho. Tadinho de mim. Que dó, que dó.
Mas desta vez foi bem diferente, pois me diverti muito com a vovó. Ela fez uma bolinha de encher com a luva dela e eu achei o máximo. Também conheci a tia Regina, que é muito bacana. No final descobri que fui apenas acompanhar meus pais no dentista, o que é muito mais divertido do que tomar injeção no médico.
Na surpresa ainda encontrei o vovô Serginho na sala de espera. Parecia até uma reunião familiar no consultório da vovó. Descobri, inclusive, que o vovô Nilton ficou chateado de não ter sido convidado e fez uma mal criação feia para o papai!
Depois eu fui conhecer o escritório do papai e ver onde ele perde aquele tempo todo que deveria estar brincando no tapetinho comigo. Foi uma pena que os tios Medeiros, Cláudio e Alexandra não estavam por lá, mas terei outras oportunidades de conhecê-los. Por outro lado conheci um pessoal que trabalha com o papai e eles disseram que eu sou lindo! Depois voltei para casa e deixamos o papai no meio do caminho para ele ir a um cliente.
Beijos Guigo.
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