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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Fotos da festa

Acabou que a festa foi muito animada mesmo. Selecionei algumas fotos para colocar aqui e dar o clima da festa, mas tive o cuidado de não colocar fotos em que as outras crianças estejam em evidência, já que alguns pais podem se incomodar. É uma pena porque as fotos dos amiguinhos ficaram tão lindas...

Beijos do papai-duda

Brinquedo favorito do Pedro na festa.

Tio Edu dando os parabéns para o aniversariante.

Olha a cara de bobo do papai.

Vovó dinossauro.

Mais brincadeira com os amigos.

Todo mundo se divertindo.

Tem alguém preocupado aí titio?

"Mostarda voadoraaaaaa!!!!"

"Ai, cansei..."

Preparando para os parabéns.

Beijo e alegria da mamãe... "que mico!"...

"Obaaaaaaa!!!!"


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Prepara!!!

"Estou tão sem ideias para a festa do Pedro este ano..."
"Ué amor, vamos fazer de dinossauro que ele vai se amarrar."
"É, mas é um tema que não dá para desenvolver muito... não sei o que fazer... acho que não vai ter como fazer uma decoração legal..."

Mamãe Lili começou assim o planejamento da festa do pequeno, achando que o tema não iria "se desenvolver" e que a festa ia ficar sem graça e simplesinha. Desde o primeiro momento eu duvidava muito que isso fosse acontecer porque mamãe Lili sempre inventa um monte de coisas bacanas para as festas. Papai Duda até que ajuda, mas preciso confessar que não tenho metade da energia desta minha mulher quando se trata de enrolar brigadeiro de madrugada, preparar etiquetas personalizadas, embalar lembrancinhas etc. etc. etc.

É claro que o resultado não fica nada perto de "simplesinho". Nosso pimpolho poderá se orgulhar de festas muito bem arrumadas mas, sobretudo, organizadas com muito carinho pela mamãe e seu batalhão de ajudantes que inclui vovós, vovô, titias, titios e o papai. Tudo é feito a muitas mãos o que, nos parece, deixa um pouquinho do carinho de cada pessoa em todos os itens da festa.

Querem exemplos?

A toalha da mesa. Mamãe e papai desceram com trena e alguns panos e folhagens para testar, mamãe decidiu enrolar a mesa com juta, vovó Beth comprou quilos de juta e elástico, papai desceu para confirmar as medidas, Vânia costurou, papai desceu para testar e ver que daria certo, mamãe e vovó Beth arrumaram e prenderam em volta da mesa.

Terrário para o centro de mesa. Mamãe teve a ideia mas achou perigoso fazer em vidro, vovó Sonia achou em acrílico, papai e mamãe foram ao CADEG comprar terra, pedras, plantinhas e depois foram comprar pequenos dinossauros na loja de brinquedos favorita do Pedro.

Bolas. Mamãe (ou foi a vovó Beth?) comprou bolas. Papai, vovó Sonia, titio e didi encheram as bolas, Pedro estourou várias na véspera, vovó Sonia amarrou todas para fazer um arco (que virou apenas a parte de cima porque faltaram bolas. Afinal, Pedro é muito eficiente em estourá-las), Papai e titio ficaram cheios de torcicolo para prendê-las retas na parede (no que, pelas fotos, percebe-se que não tivemos muito sucesso).

Bolo. A didi fez tudo sozinha mesmo.

Então é assim que tudo fica prontinho na hora da comemoração. Mas, para a nossa trupe, a festa começou vários dias antes!

Beijos do papai-duda

P.S.: tantas outras pessoas ajudaram que não consegui escrever todos os nomes aqui. Mas somos gratos do fundo do coração a todos!












quarta-feira, 9 de abril de 2014

Festa de arromba

Foi mesmo uma festa de arromba a comemoração do aniversário de três anos do nosso Pedrinho. Muitas vezes escuto as pessoas comentando, às vezes até com um certo ar de reprovação, que as primeiras festas de aniversário da criança é, na verdade, uma festa para os pais. Confesso que não vejo nada de errado nisso, afinal nós temos um ótimo motivo para comemorar, festejar e celebrar cada etapa da vida desta pessoinha que mudou tanto a nossa vida. Se eu tivesse que escolher, preferia comemorar o aniversário dele do que o meu, já que o "eu" perdeu muita importância para "ele".

Mas na vida do Pedro parece que isso nunca colou, já que desde o seu aniversário de um ano ele já curtiu muitão a festa. Este ano ele também curtiu demais, mas pela primeira vez ele estava compreendendo o que tudo aquilo significava. Nos primeiros dois anos acho que ele se divertiu porque estava em um ambiente com um monte de gente que ele gosta e podia correr e brincar com toda a liberdade.

Este ano não. Este ano ele compreendeu direitinho que aquela festa era para ele. Que todos estavam reunidos lá por causa dele e para comemorar o seu aniversário em uma festa de dinossauro. Talvez ele ainda leve alguns anos para perceber que papai e mamãe também estavam curtindo o evento como se fosse para eles. Não é à toa que ficamos juntos com ele na hora de soprar as velinhas. E qual o melhor presente que ganhamos? Foi ver seus sorrisos, sua alegria e excitação podendo dividir as brincadeiras com os seus amigos.

Pedrão, nós te amamos muito. Obrigado por nos presentear todos os dias com a maior alegria de viver.

Beijos, papai-duda.

2014

2013

2012

2011


sábado, 5 de abril de 2014

Fotos gostosas

Jogando com o primo Iel

Soneca com papai

Soneca com a mamãe I

Quero este abraço!

Adoro este chamego

E este mais ainda

Bagunça de meninos
De cueca na piscina, mamãe!

Beijo, mamãe, vem logo!

Soneca com a mamãe II

Soneca no castelo com o brinquedo novo

Sapeca e seu woody

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Meu peixinho agarradinho

Pedro está evoluindo bem na natação, embora tenha desenvolvido certos medos que ele não tinha antes. Na piscina da academia ele vai superbem, mas já na do nosso prédio ele passou a ter alguns receios. 

Aliás, por que as crianças perdem alguns bons hábitos? Ou isto é privilégio do Pedro? De uma hora para outra passa a não gostar de algum alimento ou a ter medo de algo do qual gostava muito...


Voltando à natação, ele está lindo demais nadando trechos debaixo d'água sem ajuda. Só falta agora, fazer a aula sozinho, sem mamãe nem papai. Muito agarradinho este nosso Pedrinho.






quinta-feira, 3 de abril de 2014

Visita ao Dr. Pediatra - parte 2

Então lá foi a Ligia sozinha buscar o Pedro na creche com seu super-trunfo na bolsa. Chegando lá a tia lhe contou que o Pedro ficou possesso quando ela foi colocar uma roupa diferente nele. Explico: como íamos ao pediatra a mamãe colocou uma roupa mais bonitinha na bolsa e pediu à tia que o deixasse pronto. Mas o Pedro é uma pessoinha de hábitos e reclamou bastante de colocar uma roupa diferente do uniforme da creche. Sei lá, talvez tenha passado por sua cabeçonazinha que aquilo era um sinal de que ninguém fosse buscá-lo ou que a tia fosse levá-lo para outro lugar.

Enfim, diante de tantos protestos a tia resolveu improvisar e falou para ele que a mamãe estava indo buscá-lo mais cedo para passear no shopping. Foi um improviso infeliz porque o moleque adora ir ao shopping e detesta ir ao médico. Para completar a fantasia, eu telefonei para a Ligia depois que o Pedro já estava no carro e ela me disse, ao telefone, que estacionaria na lateral de um shopping, para eu encontrá-la lá. Pronto, quando eu cheguei o Pedro estava felizão e a primeira coisa que ele me disse foi:

"Papaaaai, papaaaaaai. Não quero ir ao tio Felipe, vamos no shopping lateral!".

Aí quem teve que improvisar fui eu: "Isso filho, vamos no tio Felipe entrando pelo Shopping Lateral" que, no caso, é como acabamos de batizar a galeria onde entramos para chegar ao consultório do Dr. Pediatra. Em momentos como esse o Pedro vira uma matraca e não pára de falar. Quando entramos no elevador, junto entrou uma menina um pouco mais velha e o Pedro peguntou em voz alta "a amiga também vai para o tio Felipe? Eu não vou, eu vou ao shopping lateral". Todos riram e a amiga não foi para o tio Felipe, mas o Pedro foi.

Chegando no consultório o moleque percebeu que não tinha jeito e ficou mais conformado. Mas eu juro que o vi bufando e resmungando algumas vezes. Tipo "eu não quero entrar...", "mas tem que entrar filho", "ai... humpf!". Na sala de espera ele se entregou aos brinquedos, mas ficou atento a qualquer barulho que pudesse ser o tio Felipe chamando para o consultório. Na hora H ele até que se comportou direitinho, entrou sem chorar no consultório, deu "oi" para o tio Felipe e a tia Mariana e ficou falando sem parar enquanto tentávamos conversar com o médico.

Na hora de pesar e medir, uma novidade para ele. Desta vez ele usaria a balança de adulto ao invés da balança que vinha usando desde que nasceu. Se achando, portanto, um adulto ele quis tirar a roupa toda sozinho, sem ajuda de ninguém. Da mesma forma, quando ele foi subir na balança e a Dra. Mariana tentou ajudar ele olhou de cara amarrada e disse, sem nenhuma delicadeza, "não, não, não, você não me ajuda não. Eu vou sozinho". Apesar de um certo constrangimento dos pais, tudo ia bem.

Até que ele precisou subir na maca e deitar para começar o exame. Nesta hora todo o seu auto-controle foi para o espaço e ele começou a chorar e dizer "eu não quero, eu não quero papai, eu não quero mamãe, eu não queeeeeeeeeerooooooooo". Tá Pedro, a gente já tinha entendido isso, mas não tem jeito meu filho, tem que ser examinado e, afinal, não era nada que machucasse. Mas o moleque chorou e ficou repetindo o "eu não quero" incessantemente até o final do exame.

Quando saiu da maca ficou novamente de cara amarrada, mas parou de chorar e deu até um beijinho de despedida nos dois médicos. Já tinha praticamente virado amigo do Dr. Pediatra, mas mesmo assim não o suficiente para lhe dar um biscoito que ele pediu. Enfim, o balanço final foi que houve choro mas não foi nenhum escândalo desproporcional.

Mas foi aí que veio a parte mais emocionante para nós. Quando voltamos para a sala de espera e enquanto papai estava pagando a consulta (confesso que nesta hora foi eu quem quase começou a chorar alto e gritar "não, não, eu não quero, eu não queeeeeeeeeerooooooooo". Mas mantive o auto-controle e aquela cara de que acha a coisa mais normal do mundo gastar o valor das compras de mês em meia hora de consulta). Enfim, voltando ao assunto... na sala de espera a Ligia tirou o super-trunfo da bolsa e entregou o boneco de pelúcia do George para o Pedro.

Ele adorou, abriu um sorrisão e disse "É o George! Tem um dinossauro!". Mas aí ele parou, pensou, colocou o boneco sobre a mesa e disse "mas mamãe... eu chorei...". Tipo, o presente era só se eu não chorasse, mas eu não consegui, eu chorei... Nem preciso dizer que neste momento a Ligia derreteu e escorreu por debaixo da porta, querendo morrer e enterrar a cabeça debaixo da terra, né?

É, o moleque já está virando um adulto mesmo... e nós tentamos explicar que, mesmo chorando, ele se comportou muito bem dentro do possível, por isso merecia o presente.

Beijos do papai-duda.


segunda-feira, 31 de março de 2014

Dia de pediatra

Peguei o Pedro na creche para irmos ao Dr. Pediatra. No caminho fomos conversando sobre como havia sido divertido seu dia com os amigos e aproveitei para iniciar a doutrina do "você não precisa chorar no médico" (Pedro faz vergonha de tanto que chora!).

Depois de algumas trocas, houve um diálogo bastante interessante:

- Mamãe, vamos ao shopping lateral?
(mamãe levou um tempo tentando entender que shopping era este... poucos minutos antes eu havia dito ao papai que estacionaria na lateral do shopping)
- Sim, meu amor, o Dr. Pediatra é lá.
- Quero ir pra casa.
- Pedro, depois da consulta, se você não chorar, vamos pra casa brincar com o presente que a tia Andrea mandou para você. Mas só se você não chorar.
- Im po ssí vel! (pausado e enfático)
- Não é não, meu amor. Não tem motivo pra chorar, não dói.

Encontramos dindavó Lili no caminho, Pedro disse que estava indo para o shopping lateral ver o Dr. Pediatra. A consulta foi melhor do que o normal, pois desta vez a filha do Dr. Pediatra estava lá e Pedro gosta dela.

Ele fez questão de tirar sua roupa sozinho para mostrar para ela como ele é grande e independente. Peso e medida foram em pé. Estava tudo lindo até o Dr. Pediatra colocá-lo deitado na cama de exames. Aí Pedro abriu o maior berreiro. Mas também passou assim que ele pode se sentar novamente.

Pedro distribuiu beijos e abraços quando a consulta acabou e já na recepção dei a ele o presente que a tia Andrea deu. Ele pediu para abrir, deu o maior sorriso, depois me entregou de volta e disse "mas eu chorei".

Nem preciso dizer que quem quase chorou fui eu. Me senti uma mãe muito malvada e cruel, mesmo sabendo que aquela reação era motivo de orgulho.

Mas não resisti, expliquei que ele tinha se comportado muito bem e que havia chorado bem menos e que sabia que da próxima vez seria ainda melhor e que ele merecia o George com o dinossauro.

Difícil arte esta de educar...