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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Mickey Marinheiro

A escolha do tema foi um fator interessante que esqueci de mencionar no post anterior. 

Diferentemente do Pedro, que mal sabia falar mas já acordava pedindo para ir à praia, Bernardo não tinha nenhuma indicação clara de qualquer paixão fora comida. 

Um dia, saindo de uma reunião com um cliente da agência, vi uma loja recém inaugurada de festas e resolvi dar uma olhada. Acabei achando uns apetrechos lindos com motivo de mar e achei uma ótima opção caso fosse fazer o aniversário de 1 ano do Bê. 

Mas depois realizei que, talvez fizesse mais sentido que o Pedro escolhesse o tema e não eu. Então perguntei o que ele achava de fazermos a festa do Bernardo de marinheiro e ele respondeu: "Mickey, o Bê vai gostar de Mickey'. 

Não sei quem soprou isso no ouvido do Pedro mas Bê acabou de fato apaixonado pelo Mickey. Quando o rato mais famoso do planeta aparecia na televisão falando "misca, musca Mickey Mouse", o pequeno gargalhava e já começava a sacudir as perninhas sabendo que a música tema do desenho 'A Casa do Mickey' ia começar. 

E para não perder as lindezas adquiridas meses atrás, resolvi adaptar o tema para Mickey marinheiro, sob aprovação do primogênito, claro. Ficou tudo tão lindinho quanto eu sonhei que ficaria e acabei mais realizada ainda por ter feito algo (graças ao Pedroca) que Bê estava supercurtindo no momento. Inclusive o patetão que vovó Beth vestiu primorosamente de marinheiro até hoje é motivo de encanto e muitas conversas do Bernardo, que ainda não fala mamãe, mas que claramente chama "atetão" quando vê o boneco sentado na mesa de jantar. 

























 



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

1 ano do Bernardo

Já na época do Pedro eu tive muitas dúvidas sobre fazer sua festa de 1 ano. Mas Duda me convenceu de que para a família era legal e importante e acabou que o pequeno se divertiu demais. 

Agora com Bernardo não foi diferente. A dúvida voltou, principalmente pelo fato de eu achar que ele não estaria andando. Mas ok, eu não resisto a uma festa, ainda mais com a enorme probabilidade de arrependimento e remorso futuros. 

Resolvi então encarar a terceira festa do ano e, mais uma vez, foi ótimo. Acho que consegui me planejar melhor, além de ter simplificado algumas coisas e, pela primeira vez, estávamos todos prontos antes da hora marcada. 

Vovó Sonia e Vovô Nilton como sempre deram o maior apoio cuidando do primogênito. 

Aliás, Pedro quis participar dos preparativos, vibrou com cada novidade para o evento e resolveu até fazer os biscoitos que ele havia aprendido na escola para o aniversário. Virou a lembrança dos adultos e ficou uma graça! 

Tia didi e dindo Rê duplaram na confecção do bolo e o resultado foi fantástico! Vovó Beth que arrancou os poucos cabelos que lhe restavam tentando fazer os peixes de bola de encher. 

Tudo valeu muito a pena porque Bernardo se acabou. Adorou o parquinho que contratamos, os amiguinhos que convidamos, o parabéns, a liberdade de ir e vir. Em determinado momento achei que teríamos problemas com o sono que estava chegando mas o caçula deu a volta por cima e se manteve firme e participante até o último segundo. 

A única coisa que deu uma pequena atrapalhada nos planos foi o vento que só deu uma trégua no final e o centro de mesa perdeu muito sem os cataventos fofíssimos da dinda Fá. 

Espero que todos tenham aproveitado tanto quanto o aniversariante. 

Patetão-marinheiro, criação de BB.
E olha os biscoitos do Pedroca!

Bê já chegou brincando

Amiguinhos do Pedro da escola 

Foto de família

Espero que tia Tatá tenha batido esta foto a tempo do
oxigênio voltar a circular no cérebro do Bê sem danos. 



segunda-feira, 21 de novembro de 2016

As Grandes Mentes da Humanidade

É muito difícil saber o que se passa nas maiores cabeças da humanidade. De certa forma, Bernardo ainda não fala mas já se faz entender. Ou, melhor dizendo, "não fala português, mas em seu bebênês, se faz entender". Apontando, arregalando os olhinhos e soltando "u-hus" já sabemos quando ele está com sede, quer ouvir música ou quer ir para a rua, por exemplo.

Aliás, aquele dedinho em riste ele aprendeu rapidinho. É interessante observar como tem patrão naquela casa. É todo mundo achando que pode levantar o dedo e dar ordem. Em mim! Mas a vida não é assim não! Eu só obedeço porque quero, não porque preciso.

Enfim, ele já se comunica na maior parte das vezes. Mas em muitos momentos eu gostaria de saber, de verdade, o que se passa naquele cerebrinho em franco e acelerado crescimento.

Às vezes acho que isso vai começar a mudar quando ele aprender a falar, o que já está quase acontecendo! Ela já soltava algumas sílabas perdidas que, com algum esforço, poderíamos traduzir para mamãe (ou mamá, que é mais provável). Mas semana passada eu tive certeza que ele aprendeu a falar "mão".

Assim, lá em Terê ele teve dificuldade em descer e subir sozinho o pequeno degrau que existe entre a copa e a cozinha. No início ele ficava frustrado, mas depois aprendeu a esticar seu bracinho em nossa direção e falar algo parecido com "mão" (que no fundo quer dizer "me dá logo essa mão e me ajuda antes que eu perca a paciência"). Mamãe e eu percebemos isso, mas não tivemos certeza.

Mas alguns dias depois, de manhã enquanto zumbizávamos pela casa (ele porque anda cambaleando como se fosse um zumbi, eu porque àquela hora da manhã em que ele me acorda, ainda sou um zumbi), ele de repente perdeu o equilíbrio e caiu sentado no chão. Em outros tempos ele meio que chorava de chateado. Neste dia ele simplesmente olhou para mim, esticou o bracinho e disse muito claramente: mão.

Dei a mão e logo ele estava de pé navegando pela casa. No que tange à minha jurisdição, deixo registrado que a primeira palavra do Bê foi "mão".

Beijos do papai-zumbi

Carinho de irmão...

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Iguais, mas diferente

O Pedro é o Pedro. O Bernardo é o Bernardo. Nós sempre soubemos disso, mas conforme o irmãozinho vai crescendo, evoluindo e conquistando seus marcos de acordo com seu próprio tempo, também vai cada vez mais mostrando que tem sua própria personalidade, seu jeitinho de fazer as coisas e seus próprios gostos. Antes de ser pai, "filho" é algo abstrato, sonhado e até idealizado. Formamos uma série de certezas com relação a eles. "Meu filho não vai comer vendo televisão. Meu filho vai comer de tudo, de brócolis a sorvete de chocolate. Meu filho vai dormir a noite inteira e será na cama dele". Aí os moleques vêm cheios de personalidade e, com o dedinho em riste, nos avisam: não é bem assim.

Mas, mesmo cada um sendo diferente, às vezes são muito parecidos. Gostam dos mesmos brinquedos, curtem as mesmas brincadeiras e assistem aos mesmos DVDs. Inclusive durante o almoço, é claro! Bernardo, por exemplo, adora Xuxa. Pedro também. (papai, mamãe e didi também.). Então a Xuxa tem sido companhia constante em nossa casa. E é aquela Xuxa novinha, que parou no tempo com o Xuxa para baixinhos 2 ou 3 e que ainda não tinha mudado para a Record. É a Xuxa dos bons tempos, acompanhada por crianças que hoje já devem estar terminando suas pós-graduações.

O grande gosta tanto, que até hoje para para ver quando o pequeno está assistindo. Assistem juntos, riem juntos e fazem as coreografias juntos! Um dia desses estava dando o almoço para o Bê. Quer dizer, melhor expressando... um dia desses estava lutando para enfiar a comida pela boca do Bê, já que ele entrou naquela fase que não tá afim de almoçar e ainda escolhe o que gosta e o que não gosta. Estávamos na luta quando a Xuxa começa a cantar "bate, bate, bate as mãos, batendo sem parar...". O pequeno já aprendeu a bater palmas (treinamento intensivo para o aniversário!) e logo acompanhou a Xu. Até aí, tudo bem. Bonitinho, mas bater palmas não é novidade para bebê nenhum.

Mas tá lá o papai, estressado, prestes a declarar sua incompetência em dar o almoço e pedir socorro para mamãe, quando a Xuxa manda na telinha "bate, bate, bate os pés, batendo sem parar" e o nosso monstrinho começa a bater os pés, junto com a Xuxa! Tomei um susto! Se continuar assim, o moleque já já tá pedindo pizza pelo iFood! Um pouco atrasado para os padrões familiares, mas também o meio mudou, não é mais telefone, tem que usar o aplicativo né? Igual ao Pedro, mas em seu tempo, com suas próprias façanhas, o molequinho vem nos surpreendendo com seu crescimento.

Só que, como eu disse, iguais mas diferentes. A mesma Xuxa tem um quadro do lobo mal onde um lobo imenso, rosa e tosco está se arrumando para sair de casa. Pedro tinha medo deste quadro. Aquele bicho o assustava sempre. Já o Bernardo dá gargalhadas quando o lobo sai correndo de casa. E essas pequenas diferenças são só o começo.

Beijos do papai-do-Pê-e-do-Bê


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Natação

Bernardo começou na natação nos mesmos dias do irmão, só que iniciando a aula 10 minutos mais cedo. Achei que ele adoraria, mas criança é sempre uma caixinha de surpresas, então nunca comemoramos antes da hora.

Pedro estava tão entusiasmado quanto nós e partimos para a academia na maior empolgação e alegria. Eu entrei com o pequeno, enquanto Pedro e papai ficaram na plateia.

Para nossa sorte a professora era a mesma da época do primogênito, muito carinhosa, atenciosa, mas também competente e firme em seus objetivos. A criança de fato evolui com ela.

Bernardo já entrou na água fazendo a maior farra. Não exitou em ir  no colo da tia Flavi e abandonar a mamãe sempre que solicitado. Fez todos os exercícios tão direitinho quanto um bebê de 11 meses consegue fazer.

Mergulhou, bateu pezinho e mãozinha, foi no tapetinho, ultrapassou obstáculos e sorriu muuuito. E, claro, na hora de sair da piscina foi aquela choradeira e reclamação, afinal, por que tudo o que é bom dura pouco? Mas assim que chegou do outro lado da piscina e viu o irmão nadando o humor voltou ao normal assim como sua energia.

E assim que a Suba soube da novidade, ciumenta como só ela, logo deu um jeito de não ficar para trás e Bernardo teve seu banho de piscina particular na tarde do mesmo dia, com direito a muitas fotos e ainda mais diversão.

Quem vai ser mimado?















quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Primeiros passos

É engraçado como de uma maneira geral relaxamos no segundo filho, mas em determinados aspectos minha ansiedade aumentou bastante. Muito provavelmente por conta do desenvolvimento do primeiro. 

Como Pedro engatinhou e andou relativamente cedo, acabei ficando na expectativa do Bernardo fazer o mesmo. Só que o pequeno é mais preguiçoso. 

Pedro, assim que conseguiu ficar em pé sozinho e se mover segurando nos móveis, não quis mais engatinhar. Era tombo direto, mas ainda assim ele  insistia até que finalmente, aos quase dez meses, ele atingiu seu objetivo e conseguiu sua independência motora. No aniversário de um ano, ele já dava umas corridinhas tropeças. 

Já Bernardo não se incomoda nem um pouco de engatinhar, o que faz com rapidez impressionante, mas detesta cair. Então ele não arrisca muito. Já fica bem firme em pé sem apoio das mãos e desde a semana passada conseguiu dar uns passinhos. E meu coração bateu igualzinho emocionado e saltitante com a sua conquista. 

Claro que aplaudi freneticamente seu feito e agora, toda vez que ele resolver andar sozinho, ele antes aplaude para me avisar que lá vai ele! É muito engraçado. Mas depois de uns quatro ou cinco passos ele acaba desequilibrando e vai ao chão. Mas é demais!!! Lindo!!! Fofo!!!! Emocionante!!!!

Louca para ele andar e ser livre. 




segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Evolução do caçulinha

Por conta de um projeto da escola, estava vendo umas fotos antigas do Pedro e me toquei de que em pouco menos de 1 mês ele tinha visualmente se transformado em uma criança. Não tinha mais carinha de bebê. E foi assustador. Eu olhei as fotos e as datas várias vezes para ter certeza de que eu não estava vendo errado. Claro que na época eu não tive esta percepção da virada.

De uns 15 dias para cá, Bernardo evoluiu muito em termos de comportamento. Ainda é o meu bebezinho mas ele já consegue explicar, mesmo sem dizer uma palavra, quase tudo o deseja.

Se ele quer ouvir música, abre o toca-fitas (sim, ainda temos um som com toca-fitas!); se quer assistir Xuxa ou Bebê Mais, vai para a sala e fica apertando os botões do aparelho de DVD; se quer ver o Mickey, vai pro quarto dele, pede colo e fica apontando para a televisão; e diariamente, pouco depois de acordar e se entediar com os brinquedos de praxe, vai para a porta da rua e fica dando tchau e mandando beijos.

É sensacional. E o pimpolho está cada dia mais delicioso, sorridente e apaixonante.

Beijo da mãe coruja de dois lindos filhos,

Já já estará pedindo pizza :-)