Bernardo, para desespero do meu pobre coração, iniciou sua fase de escaladas.
Há coisa de 2 semanas achei que a criaturinha estava muito quieta e fui ver o que estava acontecendo. Ele tinha arrastado a cadeira para perto da mesa do quarto deles, subido na cadeira e já tinha colocado um pé na mesa, muito provavelmente para subir na escrivaninha, na tentativa de chegar ao Buzz que mora na prateleira e que ele ama.
A partir daí, a qualquer oportunidade a perninha levanta rumo ao alto: sofá, cadeira, barra da piscina, qualquer coisa que possa ajudá-lo a subir e subir e subir. Acho que o rapaz curtiu ver o mundo de cima, ou sei lá o que.
Como não dá para virar todos os sofás e cadeiras impedindo seu novo hobby, o jeito foi matricular o pequeno na creche para gastar energia em um lugar totalmente preparado para sua faixa etária, além de canalizar sua força e inteligência para o bem enquanto é tempo!
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Por que os filhos são tão diferentes?
Só pode ser para mostrar para os pais que as boas coisas da vida não são fáceis. Que ter filhos é uma eterna caixinha de surpresas e que o aprendizado é constante. Se você acha que é só uma questão de criar bem, você não teve dois filhos. Ou simplesmente teve a sorte de ter dois anjinhos.
Agora que já estamos há 5 anos da primeira experiência, por fato ou por puro esquecimento, nos parece que Bernardo é uma criaturinha de bem mais personalidade.
Sim, verdade. Pedro sempre nos tirou o fôlego. Mas estamos chegando à conclusão que nosso primogênito é agitado desde que nasceu em um ritmo mais acelerado que o normal, como já confirmamos através de relatos alheios ao convívio familiar, mas cordato. Ele nunca fez pirraça ou, se rolou qualquer tentativa ele certamente não levou adiante quando repreendido. Também não tivemos que desmontar a casa inteira ou lacrar as portas de todos os móveis pois ele não mexia em nada.
Já Bernardo, quando contrariado, se joga para traz com as mãos para o alto, emitindo sons quase estéricos, desde que teve o mínimo controle de seu próprio corpo. Inacreditável. Abre tudo, mexe em tudo e ficou de castigo um milhão de vezes.
Que Pedro só passe a ler o blog quando já tiver seus próprios filhos mas tenho que confessar que ele é um anjinho perto do caçula!
Mas por outro lado Bernardo é chameguento, enquanto o senhor independência dentro em breve não vai mais querer saber de pai e mãe. Além de ser um conquistadorzinho sem vergonha, que nos enche de beijos quando é chamada sua atenção.
Ou seja, em nosso louco lar temos um pouquinho de tudo e amor a transbordar, imprimindo enorme felicidade a cada dia.
bj
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Mickey Marinheiro
A escolha do tema foi um fator interessante que esqueci de mencionar no post anterior.
Diferentemente do Pedro, que mal sabia falar mas já acordava pedindo para ir à praia, Bernardo não tinha nenhuma indicação clara de qualquer paixão fora comida.
Um dia, saindo de uma reunião com um cliente da agência, vi uma loja recém inaugurada de festas e resolvi dar uma olhada. Acabei achando uns apetrechos lindos com motivo de mar e achei uma ótima opção caso fosse fazer o aniversário de 1 ano do Bê.
Mas depois realizei que, talvez fizesse mais sentido que o Pedro escolhesse o tema e não eu. Então perguntei o que ele achava de fazermos a festa do Bernardo de marinheiro e ele respondeu: "Mickey, o Bê vai gostar de Mickey'.
Não sei quem soprou isso no ouvido do Pedro mas Bê acabou de fato apaixonado pelo Mickey. Quando o rato mais famoso do planeta aparecia na televisão falando "misca, musca Mickey Mouse", o pequeno gargalhava e já começava a sacudir as perninhas sabendo que a música tema do desenho 'A Casa do Mickey' ia começar.
E para não perder as lindezas adquiridas meses atrás, resolvi adaptar o tema para Mickey marinheiro, sob aprovação do primogênito, claro. Ficou tudo tão lindinho quanto eu sonhei que ficaria e acabei mais realizada ainda por ter feito algo (graças ao Pedroca) que Bê estava supercurtindo no momento. Inclusive o patetão que vovó Beth vestiu primorosamente de marinheiro até hoje é motivo de encanto e muitas conversas do Bernardo, que ainda não fala mamãe, mas que claramente chama "atetão" quando vê o boneco sentado na mesa de jantar.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
1 ano do Bernardo
Já na época do Pedro eu tive muitas dúvidas sobre fazer sua festa de 1 ano. Mas Duda me convenceu de que para a família era legal e importante e acabou que o pequeno se divertiu demais.
Agora com Bernardo não foi diferente. A dúvida voltou, principalmente pelo fato de eu achar que ele não estaria andando. Mas ok, eu não resisto a uma festa, ainda mais com a enorme probabilidade de arrependimento e remorso futuros.
Resolvi então encarar a terceira festa do ano e, mais uma vez, foi ótimo. Acho que consegui me planejar melhor, além de ter simplificado algumas coisas e, pela primeira vez, estávamos todos prontos antes da hora marcada.
Vovó Sonia e Vovô Nilton como sempre deram o maior apoio cuidando do primogênito.
Aliás, Pedro quis participar dos preparativos, vibrou com cada novidade para o evento e resolveu até fazer os biscoitos que ele havia aprendido na escola para o aniversário. Virou a lembrança dos adultos e ficou uma graça!
Tia didi e dindo Rê duplaram na confecção do bolo e o resultado foi fantástico! Vovó Beth que arrancou os poucos cabelos que lhe restavam tentando fazer os peixes de bola de encher.
Tudo valeu muito a pena porque Bernardo se acabou. Adorou o parquinho que contratamos, os amiguinhos que convidamos, o parabéns, a liberdade de ir e vir. Em determinado momento achei que teríamos problemas com o sono que estava chegando mas o caçula deu a volta por cima e se manteve firme e participante até o último segundo.
A única coisa que deu uma pequena atrapalhada nos planos foi o vento que só deu uma trégua no final e o centro de mesa perdeu muito sem os cataventos fofíssimos da dinda Fá.
Espero que todos tenham aproveitado tanto quanto o aniversariante.
Agora com Bernardo não foi diferente. A dúvida voltou, principalmente pelo fato de eu achar que ele não estaria andando. Mas ok, eu não resisto a uma festa, ainda mais com a enorme probabilidade de arrependimento e remorso futuros.
Resolvi então encarar a terceira festa do ano e, mais uma vez, foi ótimo. Acho que consegui me planejar melhor, além de ter simplificado algumas coisas e, pela primeira vez, estávamos todos prontos antes da hora marcada.
Vovó Sonia e Vovô Nilton como sempre deram o maior apoio cuidando do primogênito.
Aliás, Pedro quis participar dos preparativos, vibrou com cada novidade para o evento e resolveu até fazer os biscoitos que ele havia aprendido na escola para o aniversário. Virou a lembrança dos adultos e ficou uma graça!
Tia didi e dindo Rê duplaram na confecção do bolo e o resultado foi fantástico! Vovó Beth que arrancou os poucos cabelos que lhe restavam tentando fazer os peixes de bola de encher.
Tudo valeu muito a pena porque Bernardo se acabou. Adorou o parquinho que contratamos, os amiguinhos que convidamos, o parabéns, a liberdade de ir e vir. Em determinado momento achei que teríamos problemas com o sono que estava chegando mas o caçula deu a volta por cima e se manteve firme e participante até o último segundo.
A única coisa que deu uma pequena atrapalhada nos planos foi o vento que só deu uma trégua no final e o centro de mesa perdeu muito sem os cataventos fofíssimos da dinda Fá.
Espero que todos tenham aproveitado tanto quanto o aniversariante.
| Patetão-marinheiro, criação de BB. E olha os biscoitos do Pedroca! |
| Bê já chegou brincando |
| Amiguinhos do Pedro da escola |
| Foto de família |
| Espero que tia Tatá tenha batido esta foto a tempo do oxigênio voltar a circular no cérebro do Bê sem danos. |
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
As Grandes Mentes da Humanidade
É muito difícil saber o que se passa nas maiores cabeças da humanidade. De certa forma, Bernardo ainda não fala mas já se faz entender. Ou, melhor dizendo, "não fala português, mas em seu bebênês, se faz entender". Apontando, arregalando os olhinhos e soltando "u-hus" já sabemos quando ele está com sede, quer ouvir música ou quer ir para a rua, por exemplo.
Aliás, aquele dedinho em riste ele aprendeu rapidinho. É interessante observar como tem patrão naquela casa. É todo mundo achando que pode levantar o dedo e dar ordem. Em mim! Mas a vida não é assim não! Eu só obedeço porque quero, não porque preciso.
Enfim, ele já se comunica na maior parte das vezes. Mas em muitos momentos eu gostaria de saber, de verdade, o que se passa naquele cerebrinho em franco e acelerado crescimento.
Às vezes acho que isso vai começar a mudar quando ele aprender a falar, o que já está quase acontecendo! Ela já soltava algumas sílabas perdidas que, com algum esforço, poderíamos traduzir para mamãe (ou mamá, que é mais provável). Mas semana passada eu tive certeza que ele aprendeu a falar "mão".
Assim, lá em Terê ele teve dificuldade em descer e subir sozinho o pequeno degrau que existe entre a copa e a cozinha. No início ele ficava frustrado, mas depois aprendeu a esticar seu bracinho em nossa direção e falar algo parecido com "mão" (que no fundo quer dizer "me dá logo essa mão e me ajuda antes que eu perca a paciência"). Mamãe e eu percebemos isso, mas não tivemos certeza.
Mas alguns dias depois, de manhã enquanto zumbizávamos pela casa (ele porque anda cambaleando como se fosse um zumbi, eu porque àquela hora da manhã em que ele me acorda, ainda sou um zumbi), ele de repente perdeu o equilíbrio e caiu sentado no chão. Em outros tempos ele meio que chorava de chateado. Neste dia ele simplesmente olhou para mim, esticou o bracinho e disse muito claramente: mão.
Dei a mão e logo ele estava de pé navegando pela casa. No que tange à minha jurisdição, deixo registrado que a primeira palavra do Bê foi "mão".
Beijos do papai-zumbi
Aliás, aquele dedinho em riste ele aprendeu rapidinho. É interessante observar como tem patrão naquela casa. É todo mundo achando que pode levantar o dedo e dar ordem. Em mim! Mas a vida não é assim não! Eu só obedeço porque quero, não porque preciso.
Enfim, ele já se comunica na maior parte das vezes. Mas em muitos momentos eu gostaria de saber, de verdade, o que se passa naquele cerebrinho em franco e acelerado crescimento.
Às vezes acho que isso vai começar a mudar quando ele aprender a falar, o que já está quase acontecendo! Ela já soltava algumas sílabas perdidas que, com algum esforço, poderíamos traduzir para mamãe (ou mamá, que é mais provável). Mas semana passada eu tive certeza que ele aprendeu a falar "mão".
Assim, lá em Terê ele teve dificuldade em descer e subir sozinho o pequeno degrau que existe entre a copa e a cozinha. No início ele ficava frustrado, mas depois aprendeu a esticar seu bracinho em nossa direção e falar algo parecido com "mão" (que no fundo quer dizer "me dá logo essa mão e me ajuda antes que eu perca a paciência"). Mamãe e eu percebemos isso, mas não tivemos certeza.
Mas alguns dias depois, de manhã enquanto zumbizávamos pela casa (ele porque anda cambaleando como se fosse um zumbi, eu porque àquela hora da manhã em que ele me acorda, ainda sou um zumbi), ele de repente perdeu o equilíbrio e caiu sentado no chão. Em outros tempos ele meio que chorava de chateado. Neste dia ele simplesmente olhou para mim, esticou o bracinho e disse muito claramente: mão.
Dei a mão e logo ele estava de pé navegando pela casa. No que tange à minha jurisdição, deixo registrado que a primeira palavra do Bê foi "mão".
Beijos do papai-zumbi
| Carinho de irmão... |
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Iguais, mas diferente
O Pedro é o Pedro. O Bernardo é o Bernardo. Nós sempre soubemos disso, mas conforme o irmãozinho vai crescendo, evoluindo e conquistando seus marcos de acordo com seu próprio tempo, também vai cada vez mais mostrando que tem sua própria personalidade, seu jeitinho de fazer as coisas e seus próprios gostos. Antes de ser pai, "filho" é algo abstrato, sonhado e até idealizado. Formamos uma série de certezas com relação a eles. "Meu filho não vai comer vendo televisão. Meu filho vai comer de tudo, de brócolis a sorvete de chocolate. Meu filho vai dormir a noite inteira e será na cama dele". Aí os moleques vêm cheios de personalidade e, com o dedinho em riste, nos avisam: não é bem assim.
Mas, mesmo cada um sendo diferente, às vezes são muito parecidos. Gostam dos mesmos brinquedos, curtem as mesmas brincadeiras e assistem aos mesmos DVDs. Inclusive durante o almoço, é claro! Bernardo, por exemplo, adora Xuxa. Pedro também. (papai, mamãe e didi também.). Então a Xuxa tem sido companhia constante em nossa casa. E é aquela Xuxa novinha, que parou no tempo com o Xuxa para baixinhos 2 ou 3 e que ainda não tinha mudado para a Record. É a Xuxa dos bons tempos, acompanhada por crianças que hoje já devem estar terminando suas pós-graduações.
O grande gosta tanto, que até hoje para para ver quando o pequeno está assistindo. Assistem juntos, riem juntos e fazem as coreografias juntos! Um dia desses estava dando o almoço para o Bê. Quer dizer, melhor expressando... um dia desses estava lutando para enfiar a comida pela boca do Bê, já que ele entrou naquela fase que não tá afim de almoçar e ainda escolhe o que gosta e o que não gosta. Estávamos na luta quando a Xuxa começa a cantar "bate, bate, bate as mãos, batendo sem parar...". O pequeno já aprendeu a bater palmas (treinamento intensivo para o aniversário!) e logo acompanhou a Xu. Até aí, tudo bem. Bonitinho, mas bater palmas não é novidade para bebê nenhum.
Mas tá lá o papai, estressado, prestes a declarar sua incompetência em dar o almoço e pedir socorro para mamãe, quando a Xuxa manda na telinha "bate, bate, bate os pés, batendo sem parar" e o nosso monstrinho começa a bater os pés, junto com a Xuxa! Tomei um susto! Se continuar assim, o moleque já já tá pedindo pizza pelo iFood! Um pouco atrasado para os padrões familiares, mas também o meio mudou, não é mais telefone, tem que usar o aplicativo né? Igual ao Pedro, mas em seu tempo, com suas próprias façanhas, o molequinho vem nos surpreendendo com seu crescimento.
Só que, como eu disse, iguais mas diferentes. A mesma Xuxa tem um quadro do lobo mal onde um lobo imenso, rosa e tosco está se arrumando para sair de casa. Pedro tinha medo deste quadro. Aquele bicho o assustava sempre. Já o Bernardo dá gargalhadas quando o lobo sai correndo de casa. E essas pequenas diferenças são só o começo.
Beijos do papai-do-Pê-e-do-Bê
Mas, mesmo cada um sendo diferente, às vezes são muito parecidos. Gostam dos mesmos brinquedos, curtem as mesmas brincadeiras e assistem aos mesmos DVDs. Inclusive durante o almoço, é claro! Bernardo, por exemplo, adora Xuxa. Pedro também. (papai, mamãe e didi também.). Então a Xuxa tem sido companhia constante em nossa casa. E é aquela Xuxa novinha, que parou no tempo com o Xuxa para baixinhos 2 ou 3 e que ainda não tinha mudado para a Record. É a Xuxa dos bons tempos, acompanhada por crianças que hoje já devem estar terminando suas pós-graduações.
O grande gosta tanto, que até hoje para para ver quando o pequeno está assistindo. Assistem juntos, riem juntos e fazem as coreografias juntos! Um dia desses estava dando o almoço para o Bê. Quer dizer, melhor expressando... um dia desses estava lutando para enfiar a comida pela boca do Bê, já que ele entrou naquela fase que não tá afim de almoçar e ainda escolhe o que gosta e o que não gosta. Estávamos na luta quando a Xuxa começa a cantar "bate, bate, bate as mãos, batendo sem parar...". O pequeno já aprendeu a bater palmas (treinamento intensivo para o aniversário!) e logo acompanhou a Xu. Até aí, tudo bem. Bonitinho, mas bater palmas não é novidade para bebê nenhum.
Mas tá lá o papai, estressado, prestes a declarar sua incompetência em dar o almoço e pedir socorro para mamãe, quando a Xuxa manda na telinha "bate, bate, bate os pés, batendo sem parar" e o nosso monstrinho começa a bater os pés, junto com a Xuxa! Tomei um susto! Se continuar assim, o moleque já já tá pedindo pizza pelo iFood! Um pouco atrasado para os padrões familiares, mas também o meio mudou, não é mais telefone, tem que usar o aplicativo né? Igual ao Pedro, mas em seu tempo, com suas próprias façanhas, o molequinho vem nos surpreendendo com seu crescimento.
Só que, como eu disse, iguais mas diferentes. A mesma Xuxa tem um quadro do lobo mal onde um lobo imenso, rosa e tosco está se arrumando para sair de casa. Pedro tinha medo deste quadro. Aquele bicho o assustava sempre. Já o Bernardo dá gargalhadas quando o lobo sai correndo de casa. E essas pequenas diferenças são só o começo.
Beijos do papai-do-Pê-e-do-Bê
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Natação
Bernardo começou na natação nos mesmos dias do irmão, só que iniciando a aula 10 minutos mais cedo. Achei que ele adoraria, mas criança é sempre uma caixinha de surpresas, então nunca comemoramos antes da hora.
Pedro estava tão entusiasmado quanto nós e partimos para a academia na maior empolgação e alegria. Eu entrei com o pequeno, enquanto Pedro e papai ficaram na plateia.
Para nossa sorte a professora era a mesma da época do primogênito, muito carinhosa, atenciosa, mas também competente e firme em seus objetivos. A criança de fato evolui com ela.
Bernardo já entrou na água fazendo a maior farra. Não exitou em ir no colo da tia Flavi e abandonar a mamãe sempre que solicitado. Fez todos os exercícios tão direitinho quanto um bebê de 11 meses consegue fazer.
Mergulhou, bateu pezinho e mãozinha, foi no tapetinho, ultrapassou obstáculos e sorriu muuuito. E, claro, na hora de sair da piscina foi aquela choradeira e reclamação, afinal, por que tudo o que é bom dura pouco? Mas assim que chegou do outro lado da piscina e viu o irmão nadando o humor voltou ao normal assim como sua energia.
E assim que a Suba soube da novidade, ciumenta como só ela, logo deu um jeito de não ficar para trás e Bernardo teve seu banho de piscina particular na tarde do mesmo dia, com direito a muitas fotos e ainda mais diversão.
Quem vai ser mimado?
Pedro estava tão entusiasmado quanto nós e partimos para a academia na maior empolgação e alegria. Eu entrei com o pequeno, enquanto Pedro e papai ficaram na plateia.
Para nossa sorte a professora era a mesma da época do primogênito, muito carinhosa, atenciosa, mas também competente e firme em seus objetivos. A criança de fato evolui com ela.
Bernardo já entrou na água fazendo a maior farra. Não exitou em ir no colo da tia Flavi e abandonar a mamãe sempre que solicitado. Fez todos os exercícios tão direitinho quanto um bebê de 11 meses consegue fazer.
Mergulhou, bateu pezinho e mãozinha, foi no tapetinho, ultrapassou obstáculos e sorriu muuuito. E, claro, na hora de sair da piscina foi aquela choradeira e reclamação, afinal, por que tudo o que é bom dura pouco? Mas assim que chegou do outro lado da piscina e viu o irmão nadando o humor voltou ao normal assim como sua energia.
E assim que a Suba soube da novidade, ciumenta como só ela, logo deu um jeito de não ficar para trás e Bernardo teve seu banho de piscina particular na tarde do mesmo dia, com direito a muitas fotos e ainda mais diversão.
Quem vai ser mimado?
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